Santa Paulina
Seus emigraram para o Brasil, em 1875, estabelecendo-se em Santa Catarina, quando tinha apenas 10 anos de idade. Em 12 de julho de 1890, com uma jovem amiga, começou sua obra sócio-caritativa, visitando uma pobre senhora cancerosa, abandonada em um casebre. Tem início, sem saber, a futura Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, cujo instituto foi aprovado, em 1895, pelo bispo de Curitiba.
Emitiu os votos religiosos, recebendo o nome de Paulina do Coração Agonizante de Jesus. A obra para a qual é eleita superiora geral vitalícia se desenvolveu, em Nova Trento, e se expandiu, em São Paulo, em 1903. Ela fundou o Asilo Sagrada Família para meninas pobres, sobretudo, filhas de ex-escravos. Em 1908, começaram as provações. Problemas com uma religiosa e uma benfeitora, deterioram o ambiente comunitário, devido a calúnias, o arcebispo de São Paulo, em 11 de agosto de 1909, interveio, exigindo que entregasse a Congregação á outra superiora, de joelhos, e em prantos, acatou sem discutir ou se defender, a ordem do arcebispo, que lhe manteve o título de fundadora. Assim viveu como simples religiosa obediente às sucessivas superioras.
Nos últimos anos, sofreu as conseqüências de diabetes, ficando cega e tendo um braço amputado. Morreu no dia 09 de julho de 1942, Santa Paulina é modelo de obediência heróica e de caridade a toda prova, em favor dos doentes pobres e marginalizados.
Ouça o Santo do Dia na voz de Dom Edson de Castro Homem
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