quinta-feira, 3 de julho de 2014

O rito principal consta de três partes ou estações. A primeira delas é "na casa do morto"; tenha-se porém a sensibilidade pastoral para saber que esta etapa mesmo nas cidades menores raramente se realiza na casa do falecido, tendo geralmente lugar em algum prédio destinado para velórios. Essa primeira estação trata-se apenas uma introdução ao rito, podendo ser omitida se já se fez a celebração da palavra ou a vigília de oração na casa do morto ou ainda adiada para ser feita à porta da igreja antes do ingresso nela.
O sacerdote veste-se com sobrepeliz ou alva, amito e cíngulo, além de estola de cor preta ou roxa e, opcionalmente, pluvial da mesma cor. Se esta estação ou todo o funeral forem confiados a um diácono, este usará sobrepeliz ou alva, amito e cíngulo, além da estola de cor exequial. Se desejar, pode usar dalmática da mesma cor, mas não se fizer uso de sobrepeliz. Acompanhe o oficiante pelo menos três acólitos que portem a cruz processional, a água benta e o ritual das exéquias. Segundo o curso liturgia do Pe. Reus, prevê-se que durante as exéquias o caixão esteja já fechado, pois não se permite a exposição da imagem do defunto; vimos isso no funeral de João Paulo II, cujo corpo exposto durante dias foi depositado dentro do ataúde na manhã do dia da missa exequial presidida pelo então Cardeal Ratzinger.

Nenhum comentário:

Postar um comentário