sábado, 19 de maio de 2012
São Dunstão
19/05 -
Nasceu no ano de 900 DC, de uma nobre família perto de
Glastonbury, Inglaterra e estudou no monastério de lá e serviu o seu tio Athelm,
arcebispo de Canterbury antes de ser indicado para servir na corte do Rei
Athelstna da Inglaterra (924-940). Enquanto por lá ele fez vários inimigos e foi
denunciado como buxo e adepto da magia negra. Fugindo da corte ele buscou
santuário com Aelfhead, bispo de Winchester e mais tarde tornou-se um monge e
eremita em Glastonbury. Cerca de 939 Dunstão foi repentinamente chamado a corte
do Rei Edmundo II ( 940-946). Vencendo a oposição de vários ele foi indicado o
Abade de Glastonbury. Ele fez várias e extensas reformas no monastério e
instituiu a obediência as regras de São Benedito ( Ordem dos Beneditinos) e era
também o conselheiro de Edmundo e seu irmão Edred.
Dunstão visitou varias
instituições monásticas no continente em particular a Abadia de Blandinium. A
pedido do Rei Edgar (959-975) Dunstão retornou as ilhas britânicas e foi nomeado
bispo de Worchester e mais tarde bispo de Londres. Em 959 tornou-se o Arcebispo
de Canterbury, o mais alto posto da Igreja na Inglaterra. Como arcebispo ele
trabalhou com o Rei Edgar e trouxe várias reformas a Igreja Inglesa e foi um
proeminente líder do seu país e teve grande influencia no reinado de Eduardo, o
mártir que ascendeu ao trono em 975. Mais tarde Dunstão se retirou para
Canterbury para ensinar na escola da Catedral. Ele foi o autor de vários livros
inclusive da “Regularis Concordia” ,uma compilação da vida monástica. Ele
faleceu em 988 em Canterbury de causas naturais.
Ele era um exímio ferreiro e
trabalhador em metais e por isto é considerado o padroeiro do
ferreiros.
Na arte litúrgica da Igreja é
representado como 1) um homem segurando a turquês do ferreiro, ou 2) com uma
pomba sobre sua cabeça ou 3) compilando tratados ou 4) com anjos ao seu
lado.
Fonte:
www.catolicosdobrasil.com.br
sexta-feira, 18 de maio de 2012
São João I
18/05 - O
santo de hoje governou a Igreja por apenas dois anos e meio. Foi eleito Papa em
523. Nasceu na Toscana, Florência, no século V. De Florência foi para Roma e
tornou-se um sacerdote, um presbítero cardeal. Com a morte do Papa, ele foi
eleito o sucessor de Pedro.
Marcou a Igreja com muitos
trabalhos pastorais, foi o precursor do canto gregoriano e da restauração de
muitas igrejas, mas o objetivo dele como Papa, foi de confirmar a fé dos irmãos;
sem dúvida nenhuma, era o serviço da salvação das almas.
Papa João I viveu num tempo e
contexto político-religioso complexo. Quem reinava na Itália era Teodorico, um
cristão ariano, ou seja, não era fiel à doutrina católica, mas se dizia cristão.
Por outro lado, existia um conflito entre Teodorico e Justino; e os dois
imperadores se chocavam. No meio deste contexto complexo, a vítima foi o Papa
João I, que foi forçado por Teodorico a uma missão. Nunca um Papa tinha saído da
Itália; ele foi o primeiro.
A missão não agradou, porque
Teodorico queria que o Papa fosse o porta-voz de uma mensagem ariana, por
interesses econômicos e políticos. Mas o que podemos perceber é que este homem
santo, autoridade máxima da Igreja de Cristo, não perdeu sua paz, não perdeu sua
obediência a Deus. Tornou-se santo em meio aos conflitos.
Ele viveu uma vida de oração,
uma vida penitencial, oferecendo e sempre buscando ser dócil à vontade de Deus.
Papa João I, por causa do ódio de Teodorico, foi aprisionado para morrer de fome
e de sede. Foi mártir.
Hoje, podemos recordar este
Pastor da Igreja como o pastor que, a exemplo de Cristo, deu a vida pelo
rebanho.
Fonte: www.cancaonova.com.br
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Beata Julia Salzano

17/05 - Júlia, italiana, nasceu em
Santa Maria Capua Vetere, na província de Caserta, em 13 de outubro de 1846,
tendo como pai Diego Salzano, capitão dos lanceiros de Fernando I, rei de
Nápolis, e como mãe Adelaide Valentino.
Órfã de pai aos quatro anos, foi confiada para a sua formação às Irmãs da Caridade no Orfanato Real de São Nicolau "La Strada", onde permaneceu até os quinze anos de idade. Diplomada professora, recebeu o encargo de ensinar na Escola Municipal de Casória, em Nápolis, para onde se transferiu com a família em 1865.
Junto ao ensino, manifestou um notável interesse pelo catecismo para educar na fé as crianças, os jovens e os adultos, cultivando, ao mesmo tempo, a devoção à Virgem Maria. Propagou, o amor e o culto ao Sagrado Coração.
Pela sua constante preocupação de fazer passar por meio do ensino e do testemunho a doutrina e a vida de Jesus Cristo, em 1905 fundou a Congregação das Irmãs Catequistas do Sagrado Coração, ocasião em que vestiu o hábito e se consagrou definitivamente a Cristo.
Eleita superiora, dedicou sua vida no carisma da catequese e, por isso, afirmava: "Ensinarei sempre o catecismo, até o meu último sopro de vida. E vos asseguro que morreria contentíssima lecionando o catecismo".
Exortava, também, as suas filhas: "Em qualquer hora, a irmã catequista deve sentir-se disposta a instruir os pequeninos e os ignorantes; não deve medir os sacrifícios requeridos por este ministério, antes deveria desejar morrer no cumprimento do próprio dever, se assim fosse do agrado de Deus".
Um outro Beato, Ludovico de Casória, predisse-lhe, quase profeticamente: "Cuida de não cair na tentação de abandonar as crianças da nossa querida Casória, porque a vontade de Deus é que vivas e morras entre elas". E assim foi.
"Dona Julieta", como era chamada pelos cidadãos de Casória, morreu, com fama de santidade, no dia 17 de maio de 1929, nessa cidade napolitana, aos oitenta e três anos de idade.
A sua Congregação se expandiu não somente pelas cidades italianas, como também em outras na Europa, Canadá, Brasil, Filipinas, Peru e Índia, para difundir a evangelização e a promoção humana.
Em 2002, o papa João Paulo II a beatificou, designando a festa da beata Júlia Salzano para o dia de seu transito.
Além disto, pelo seu carisma ele a designou "Mulher Profeta da Nova Evangelização".
Órfã de pai aos quatro anos, foi confiada para a sua formação às Irmãs da Caridade no Orfanato Real de São Nicolau "La Strada", onde permaneceu até os quinze anos de idade. Diplomada professora, recebeu o encargo de ensinar na Escola Municipal de Casória, em Nápolis, para onde se transferiu com a família em 1865.
Junto ao ensino, manifestou um notável interesse pelo catecismo para educar na fé as crianças, os jovens e os adultos, cultivando, ao mesmo tempo, a devoção à Virgem Maria. Propagou, o amor e o culto ao Sagrado Coração.
Pela sua constante preocupação de fazer passar por meio do ensino e do testemunho a doutrina e a vida de Jesus Cristo, em 1905 fundou a Congregação das Irmãs Catequistas do Sagrado Coração, ocasião em que vestiu o hábito e se consagrou definitivamente a Cristo.
Eleita superiora, dedicou sua vida no carisma da catequese e, por isso, afirmava: "Ensinarei sempre o catecismo, até o meu último sopro de vida. E vos asseguro que morreria contentíssima lecionando o catecismo".
Exortava, também, as suas filhas: "Em qualquer hora, a irmã catequista deve sentir-se disposta a instruir os pequeninos e os ignorantes; não deve medir os sacrifícios requeridos por este ministério, antes deveria desejar morrer no cumprimento do próprio dever, se assim fosse do agrado de Deus".
Um outro Beato, Ludovico de Casória, predisse-lhe, quase profeticamente: "Cuida de não cair na tentação de abandonar as crianças da nossa querida Casória, porque a vontade de Deus é que vivas e morras entre elas". E assim foi.
"Dona Julieta", como era chamada pelos cidadãos de Casória, morreu, com fama de santidade, no dia 17 de maio de 1929, nessa cidade napolitana, aos oitenta e três anos de idade.
A sua Congregação se expandiu não somente pelas cidades italianas, como também em outras na Europa, Canadá, Brasil, Filipinas, Peru e Índia, para difundir a evangelização e a promoção humana.
Em 2002, o papa João Paulo II a beatificou, designando a festa da beata Júlia Salzano para o dia de seu transito.
Além disto, pelo seu carisma ele a designou "Mulher Profeta da Nova Evangelização".
Fonte: www.derradeirasgracas.com
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Santo Ubaldo

16/05 - Ubaldo nasceu de
nobre família alemã em 1085, na cidade de Gúbio, Itália. Entretanto foi criado
por um tio, porque ficou órfão ainda muito criança. Aos quinze anos de idade,
resolveu que seria monge ermitão, para estar longe do burburinho e das ilusões
da cidade. Seu tio não permitiu, preferindo que ele fosse conviver com os
cônegos de São Segundo, para completar os estudos. Com eles Ubaldo ficou até ser
chamado pelo bispo João, que o ordenou sacerdote em 1114 e o manteve como
auxiliar incansável na reforma eclesiástica que promovia naquela
diocese.
Mas neste mesmo ano foi
eleito prior da comunidade religiosa de São Mariano, nos arredores de Gúbio, e
titular da catedral. À pequena comunidade ele deu um novo desenvolvimento
ascético, nos moldes de São Pedro Damião, que tinha transformado o mosteiro de
Fonte Avelana em um centro exemplar de vida religiosa. E para lá se dirigiu
também Ubaldo, depois do incêndio de 1126 que destruiu a catedral e a
comunidade, com os religiosos tendo que se dispersarem.
Acontece que Ubaldo teve
atuação tão exemplar, nesse período, que em 1129 foi nomeado bispo de Gúbio,
pelo Papa Honório II, que o consagrou pessoalmente. Assim ele voltou para sua
cidade, agora também sua sede episcopal. Além de ganhar a confiança do povo
quase de imediato, por causa da defesa intransigente dos fracos e oprimidos
pelos senhores feudais, Ubaldo passou a ser considerado herói por ter evitado a
invasão da cidade pelo terrível Frederico Barba-Roxa, em 1155. Para isso usou
suas armas mais eficazes: persuasão, caridade e doçura.
Ubaldo era um pacificador.
Diz a tradição que certa vez, ele se colocou literalmente entre dois grupos
adversários que brigavam no centro de Gúbio. Somente ao ver seu amado bispo no
chão, ferido pelos participantes de ambos os lados, é que o povo percebeu a
violência descabida praticada, a luta cessou e a paz passou a reinar na
cidade.
Ele morreu no dia 16 de maio
de 1160, tendo sido proclamado padroeiro de Gúbio imediatamente após o
falecimento. Com isso a sua canonização foi rápida, ocorrida pouco mais de
trinta anos depois. Em 1192, foi proclamado Santo Ubaldo, sendo celebrado no dia
de sua morte.
Fonte: http://www.catolicanet.com/
terça-feira, 15 de maio de 2012
Santo Isidoro

15/05 - Isidoro nasceu em
Madri, na Espanha, em 1070, filho de pais camponeses, simples e seguidores de
Cristo. O menino cresceu sereno, bondoso e muito caridoso, trabalhando com os
familiares numa propriedade arrendada. Levantava muito cedo para assistir a
Missa antes de seguir para o campo. Quando seus atos de fé começaram a se
destacar, já era casado com Maria Toribia e pai de um filho.
Sua notoriedade começou quando foi acusado de ficar rezando pela manhã, na igreja, ao invés de trabalhar. De fato tinha o hábito de parar o trabalho uma vez ao dia para rezar, de joelhos, o terço. Mas isso não atrapalhava a produção, porque depois trabalhava com vontade e vigor, recuperando o tempo das preces. Sua bondade era tanta que o patrão nada lhe fez.
Não era só na oração que Isidoro se destacava. Era tão solidário que dividia com os mais pobres tudo o que ganhava com seu trabalho, ficando apenas com o mínimo necessário para alimentar os seus. Quando seu filho morreu, ainda criança, Isidoro e Maria não se revoltaram, ao contrário, passaram a se dedicar ainda mais aos necessitados.
Isidoro Lavrador, morreu pobre e desconhecido, no dia 15 de maio de 1130, em Madri, sendo enterrado sem nenhuma distinção. A partir de então começou a devoção popular. Muitos milagres, atribuídos à sua intercessão, são narrados pela tradição do povo espanhol. Quarenta anos depois seu corpo foi trasladado para uma igreja.
Humilde e incansável foi esse homem do campo, que somente depois de sua morte, e com a devoção de todo o povo de sua cidade, as autoridades religiosas começaram a reconhecer o seu valor inestimável: a devoção à Deus e o cumprimento de Seus mandamentos, numa vida reta e justa, no seguimento de Jesus.
Foi o rei da Espanha, Filipe II, que formalizou o pedido de canonização do santo lavrador, ao qual ele próprio atribuía a intercessão para a cura de uma grave enfermidade. Em 1622 o Papa Gregório XV canonizou Santo Isidoro Lavrador, no mesmo dia que os Santos: Inácio de Loyola, Francisco Xavier, Teresa d'Ávila e Filipe Néri.
Hoje ele é comemorado como protetor dos trabalhadores do campo, dos desempregados e dos índios. Enfim, de todos aqueles que acabam sendo marginalizados pela sociedade em nome do progresso. Santo Isidoro Lavrador é o padroeiro de Madri.
Sua notoriedade começou quando foi acusado de ficar rezando pela manhã, na igreja, ao invés de trabalhar. De fato tinha o hábito de parar o trabalho uma vez ao dia para rezar, de joelhos, o terço. Mas isso não atrapalhava a produção, porque depois trabalhava com vontade e vigor, recuperando o tempo das preces. Sua bondade era tanta que o patrão nada lhe fez.
Não era só na oração que Isidoro se destacava. Era tão solidário que dividia com os mais pobres tudo o que ganhava com seu trabalho, ficando apenas com o mínimo necessário para alimentar os seus. Quando seu filho morreu, ainda criança, Isidoro e Maria não se revoltaram, ao contrário, passaram a se dedicar ainda mais aos necessitados.
Isidoro Lavrador, morreu pobre e desconhecido, no dia 15 de maio de 1130, em Madri, sendo enterrado sem nenhuma distinção. A partir de então começou a devoção popular. Muitos milagres, atribuídos à sua intercessão, são narrados pela tradição do povo espanhol. Quarenta anos depois seu corpo foi trasladado para uma igreja.
Humilde e incansável foi esse homem do campo, que somente depois de sua morte, e com a devoção de todo o povo de sua cidade, as autoridades religiosas começaram a reconhecer o seu valor inestimável: a devoção à Deus e o cumprimento de Seus mandamentos, numa vida reta e justa, no seguimento de Jesus.
Foi o rei da Espanha, Filipe II, que formalizou o pedido de canonização do santo lavrador, ao qual ele próprio atribuía a intercessão para a cura de uma grave enfermidade. Em 1622 o Papa Gregório XV canonizou Santo Isidoro Lavrador, no mesmo dia que os Santos: Inácio de Loyola, Francisco Xavier, Teresa d'Ávila e Filipe Néri.
Hoje ele é comemorado como protetor dos trabalhadores do campo, dos desempregados e dos índios. Enfim, de todos aqueles que acabam sendo marginalizados pela sociedade em nome do progresso. Santo Isidoro Lavrador é o padroeiro de Madri.
Fonte: www.prestservi.com.br
segunda-feira, 14 de maio de 2012
São Miguel Garicoits

14/05 - Miguel Garicoits
nasceu em 15 de abril de 1797, em Ibarre, França. Seus pais, apesar de humildes,
socorriam padres fugitivos do terror da Revolução Francesa.
O pároco da vizinhança se encarregou da educação de Miguel e depois o recomendou ao bispo de Baiona. Dedicado e inteligente, foi estudar no Seminário de Dax, ordenando-se sacerdote em 1823, e dois anos depois se tornou professor de Filosofia no Seminário Maior de Bétharram, nos Baixos Pirineus.
Miguel se tornou formador de novos padres. Preocupava-se com o clero, que se mostrava despreparado e desorientado. Para mudar tal quadro, teve a idéia de fundar um instituto de sacerdotes que atuariam como colaboradores nas paróquias, nos colégios e nos seminários, dando suporte intelectual.
O bispo não ficou muito animado com essa idéia, porém o autorizou a tentar. Assim, Miguel iniciou o seu projeto, procurando padres que estivessem dispostos à missão. Ele os educou e preparou, o que encorajou o novo bispo de Baiona a dar o seu apoio. Em 1841, o instituto, que passou a se chamar Padres do Sagrado Coração de Jesus, recebia a aprovação diocesana.
Porém uma doença seria o novo desafio que Miguel teria de enfrentar. Em 1853, adquiriu uma paralisia que o prenderia à cama. Foram nove anos de sofrimento. A morte chegou em 14 de maio de 1863.
Treze anos depois, teve inicio o seu processo de canonização, que terminou em 1947, quando foi proclamado santo pelo Papa Pio XII.
Hoje, os Padres do Sagrado Coração de Jesus, ou Padres de Bétharram, como também eram chamados, estão presentes na Itália, Espanha, Inglaterra, Argentina, no Uruguai e Brasil.
Fonte: www.derradeirasgracas.com
O pároco da vizinhança se encarregou da educação de Miguel e depois o recomendou ao bispo de Baiona. Dedicado e inteligente, foi estudar no Seminário de Dax, ordenando-se sacerdote em 1823, e dois anos depois se tornou professor de Filosofia no Seminário Maior de Bétharram, nos Baixos Pirineus.
Miguel se tornou formador de novos padres. Preocupava-se com o clero, que se mostrava despreparado e desorientado. Para mudar tal quadro, teve a idéia de fundar um instituto de sacerdotes que atuariam como colaboradores nas paróquias, nos colégios e nos seminários, dando suporte intelectual.
O bispo não ficou muito animado com essa idéia, porém o autorizou a tentar. Assim, Miguel iniciou o seu projeto, procurando padres que estivessem dispostos à missão. Ele os educou e preparou, o que encorajou o novo bispo de Baiona a dar o seu apoio. Em 1841, o instituto, que passou a se chamar Padres do Sagrado Coração de Jesus, recebia a aprovação diocesana.
Porém uma doença seria o novo desafio que Miguel teria de enfrentar. Em 1853, adquiriu uma paralisia que o prenderia à cama. Foram nove anos de sofrimento. A morte chegou em 14 de maio de 1863.
Treze anos depois, teve inicio o seu processo de canonização, que terminou em 1947, quando foi proclamado santo pelo Papa Pio XII.
Hoje, os Padres do Sagrado Coração de Jesus, ou Padres de Bétharram, como também eram chamados, estão presentes na Itália, Espanha, Inglaterra, Argentina, no Uruguai e Brasil.
Fonte: www.derradeirasgracas.com
domingo, 13 de maio de 2012
Santa Maria Domenica Mazzarello

13/05 - Maria Domenica
Mazzarello nasceu em 09 de maio de 1837, em Mornese, Itália. Filha de
camponeses, era a primogênita de dez filhos e aprendera a trabalhar duro,
ajudando a mãe Maria nos trabalhos de casa e o pai José nos vinhedo, até que a
irmã Felicina pôde substituí-la em casa.
Os pais eram cristãos fervorosos, muito preocupados com a educação dos filhos, e se dedicaram especialmente à primogênita. Para isso, contaram com a ajuda de padre Domingos Pestarino que teve forte influência na formação espiritual de Maria Domenica.
No dia 09 de dezembro de 1855, nasceu em Mornese a Pia das Filhas da Imaculada, composta por moças escolhidas a dedo por Dom Pestarino. Maria Domenica, então com dezoito anos, era uma delas. Esse grupo se distinguiu pela dedicação às meninas mais desprotegidas, pela preocupação com a catequese e com o acompanhamento às mães cristãs. Entre elas, Maria Domenica sobressaía, pela alegria e pela liderança que exercia.
Em 1857, durante uma epidemia de tifo, Maria Domenica foi cuidar de parentes que haviam contraído a moléstia. Mas o esforço a debilitou e ela também ficou doente. Com muito custo conseguiu se recuperar, mas a antiga energia nunca mais voltou. Assim, impossibilitada de trabalhar nos campos, convidou Petronila, sua grande amiga e Filha da Imaculada, para freqüentarem aulas de corte e costura com o alfaiate do lugar, para aprenderem a profissão.
Quando estavam aptas, abriram uma salinha de costura no povoado, para ensinar às meninas do povo não apenas a costurar, mas a amar muito Jesus e Nossa Senhora e viver sempre na presença deles: "Cada ponto da agulha seja um ato de amor a Deus". Desta salinha de costura nasceu o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora. O número de meninas aumentava e algumas, não tendo para onde ir, permaneciam ali. Vendo o trabalho que faziam, outras moças quiseram juntar-se a elas e, logo, constituíram um grupo de moças, unidas por um mesmo ideal, fortalecidas por uma mesma espiritualidade, vivendo vida comum. Quando Dom João Bosco, hoje Santo, as conheceu, no início de outubro de 1864, percebeu que ali estava a resposta de Deus ao seu desejo de fazer pelas meninas o mesmo que ele já vinha fazendo pelos meninos. E assim, depois de longa preparação, em 1872 nasceu o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, as Irmãs Salesianas.
Maria Domenica foi logo eleita Superiora e confirmada por Dom Bosco. E sob sua direção, o Instituto cresce e se expande pela Itália, pela Europa e chega até à América. Quando ela morre, aos quarenta e quatro anos de idade, aos 13 de maio de 1881, suas Irmãs já eram realidade na Igreja e em dois continentes. Hoje, sua congregação espalha-se por todo o mundo a serviço da juventude pobre e desamparada.
Maria Domenica Mazzarello foi canonizada pelo Papa Pio XII em 1951 e sua veneração ocorre no festivo dia da celebração de Nossa Senhora de Fátima, data em que a fundadora foi ao encontro do Pai Eterno.
Os pais eram cristãos fervorosos, muito preocupados com a educação dos filhos, e se dedicaram especialmente à primogênita. Para isso, contaram com a ajuda de padre Domingos Pestarino que teve forte influência na formação espiritual de Maria Domenica.
No dia 09 de dezembro de 1855, nasceu em Mornese a Pia das Filhas da Imaculada, composta por moças escolhidas a dedo por Dom Pestarino. Maria Domenica, então com dezoito anos, era uma delas. Esse grupo se distinguiu pela dedicação às meninas mais desprotegidas, pela preocupação com a catequese e com o acompanhamento às mães cristãs. Entre elas, Maria Domenica sobressaía, pela alegria e pela liderança que exercia.
Em 1857, durante uma epidemia de tifo, Maria Domenica foi cuidar de parentes que haviam contraído a moléstia. Mas o esforço a debilitou e ela também ficou doente. Com muito custo conseguiu se recuperar, mas a antiga energia nunca mais voltou. Assim, impossibilitada de trabalhar nos campos, convidou Petronila, sua grande amiga e Filha da Imaculada, para freqüentarem aulas de corte e costura com o alfaiate do lugar, para aprenderem a profissão.
Quando estavam aptas, abriram uma salinha de costura no povoado, para ensinar às meninas do povo não apenas a costurar, mas a amar muito Jesus e Nossa Senhora e viver sempre na presença deles: "Cada ponto da agulha seja um ato de amor a Deus". Desta salinha de costura nasceu o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora. O número de meninas aumentava e algumas, não tendo para onde ir, permaneciam ali. Vendo o trabalho que faziam, outras moças quiseram juntar-se a elas e, logo, constituíram um grupo de moças, unidas por um mesmo ideal, fortalecidas por uma mesma espiritualidade, vivendo vida comum. Quando Dom João Bosco, hoje Santo, as conheceu, no início de outubro de 1864, percebeu que ali estava a resposta de Deus ao seu desejo de fazer pelas meninas o mesmo que ele já vinha fazendo pelos meninos. E assim, depois de longa preparação, em 1872 nasceu o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, as Irmãs Salesianas.
Maria Domenica foi logo eleita Superiora e confirmada por Dom Bosco. E sob sua direção, o Instituto cresce e se expande pela Itália, pela Europa e chega até à América. Quando ela morre, aos quarenta e quatro anos de idade, aos 13 de maio de 1881, suas Irmãs já eram realidade na Igreja e em dois continentes. Hoje, sua congregação espalha-se por todo o mundo a serviço da juventude pobre e desamparada.
Maria Domenica Mazzarello foi canonizada pelo Papa Pio XII em 1951 e sua veneração ocorre no festivo dia da celebração de Nossa Senhora de Fátima, data em que a fundadora foi ao encontro do Pai Eterno.
Fonte: www.prestservi.com.br

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