sábado, 12 de maio de 2012
Santa Joana de Portugal

12/05 - Santa Joana nasceu
no dia 6 de fevereiro de 1452. Era filha primogênita de Dom Afonso V, rei de
Portugal. Órfã de mãe aos 15 anos, tomou os encargos do governo da casa real.
Possuía grande beleza e personalidade marcante. Exerceu a regência do Reino
quando seu pai foi à frente de uma esquadra conquistar Arzila e Tânger, na
África.
Desejosa de se consagrar a Deus na Ordem Dominicana, precisou vencer a resistência do pai e de seu irmão Dom João (futuro Dom João II), que desejavam um casamento vantajoso para ela. Embora pretendida por muitos príncipes, entre eles o filho de Luis XI da França, para espanto de todos, em 1471 recolheu-se temporariamente no mosteiro de Odívelos. Conseguiu ingressar no convento dominicano de Aveiro, mas devido a sua frágil saúde viu-se impedida.
Continuou passando no convento a maior parte do seu tempo, conservando o hábito religioso; mesmo quando estava fora do convento praticava eximiamente a regra da Ordem. Levava vida penitente, usando cilício sob as vestes reais e passando as noites em oração. Jejuava frequentemente e como divisa ou insígnia real usava uma coroa de espinhos.
Os pobres, os enfermos, os presos, os religiosos viam nela a sua protetora e amparo. Conservava um livro onde anotava os nomes de todos os necessitados, o grau de pobreza de cada um e o dia em que deveria ser dada a esmola. Por ocasião da Semana Santa, lavava os pés de doze mulheres pobres e as presenteava com roupas, alimentos e dinheiro. Dali foi para o mosteiro de Aveiro, onde viveu despojada de tudo até a morte, no dia 12 de maio de 1490 e foi beatificada em 1693.
Desejosa de se consagrar a Deus na Ordem Dominicana, precisou vencer a resistência do pai e de seu irmão Dom João (futuro Dom João II), que desejavam um casamento vantajoso para ela. Embora pretendida por muitos príncipes, entre eles o filho de Luis XI da França, para espanto de todos, em 1471 recolheu-se temporariamente no mosteiro de Odívelos. Conseguiu ingressar no convento dominicano de Aveiro, mas devido a sua frágil saúde viu-se impedida.
Continuou passando no convento a maior parte do seu tempo, conservando o hábito religioso; mesmo quando estava fora do convento praticava eximiamente a regra da Ordem. Levava vida penitente, usando cilício sob as vestes reais e passando as noites em oração. Jejuava frequentemente e como divisa ou insígnia real usava uma coroa de espinhos.
Os pobres, os enfermos, os presos, os religiosos viam nela a sua protetora e amparo. Conservava um livro onde anotava os nomes de todos os necessitados, o grau de pobreza de cada um e o dia em que deveria ser dada a esmola. Por ocasião da Semana Santa, lavava os pés de doze mulheres pobres e as presenteava com roupas, alimentos e dinheiro. Dali foi para o mosteiro de Aveiro, onde viveu despojada de tudo até a morte, no dia 12 de maio de 1490 e foi beatificada em 1693.
Fonte: hagiosdatrindade.blogspot.com
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Santo Inácio de Láconi
11/05 - Francisco Inácio
Vincenzo Peis, o segundo de nove irmãos, nasceu na cidade de Láconi, Itália, no
dia 17 de novembro de 1701. Seus pais eram muito pobres, mas ricos de virtudes
humanas e cristãs, educando os filhos no fiel seguimento de Jesus
Cristo.
Inácio, desde a infância, sentiu um forte chamado para a vida
religiosa. Possuía dons especiais da profecia, da cura e um forte carisma.
Costumava praticar severas penitências, mantendo seu espírito sereno e alegre,
em estreita comunhão com Cristo.
Antes de completar os vinte anos de idade, ele adoeceu
gravemente e por duas vezes quase morreu. Nessa ocasião, decidiu que seguiria os
passos de São Francisco de Assis e se dedicaria aos pobres e doentes, se ficasse
curado. E assim o fez. Foi para a cidade de Cagliari para viver entre os frades
capuchinhos do Convento do Bom Caminho. Mas não pôde ser aceito, devido à sua
frágil saúde. Depois de totalmente recuperado, em 1721, vestiu o hábito dos
franciscanos.
Frei Inácio de Láconi, como era chamado, foi enviado para
vários conventos e, após quinze anos, retornou ao Convento do Bom Caminho em
Cagliari, onde permaneceu em definitivo. Ali, ficou encarregado da portaria,
função que desempenhou até a morte. Tinha o verdadeiro espírito franciscano:
exemplo vivo da pobreza, entretanto de absoluta disponibilidade aos pobres, aos
desamparados, aos doentes físicos e aos doentes espirituais, ou seja, aos
pecadores, muitos dos quais conseguiu recolocar no caminho cristão.
Durante seus últimos cinco anos de vida, Inácio ficou
completamente cego. Mesmo assim continuou cumprindo com rigor a vida comum com
todos os regulamentos do convento. Morreu no dia 11 de maio de 1781. Depois da
morte, a fama de sua santidade se fortaleceu com a relação dos milagres
alcançados pela sua intercessão.
Inácio de Láconi foi beatificado por Pio XII em 1940 e depois
canonizado por este mesmo Papa em 1951.
Fonte:
ofssul3.wordpress.com
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Beato Damião de Molokai

10/05 - Josef de
Veuster-Wouters, nasceu no dia 03 de janeiro de 1840 numa pequena cidade ao
norte de Bruxelas, na Bélgica. Aos dezenove anos de idade entra para a Ordem dos
Padres do Sagrado Coração e toma o nome de Damião. Em seguida, é enviado para
terminar seus estudos num colégio teológico em Paris.
A vida de Damião começou a mudar quando completou vinte e um anos de idade. Um bispo do Havaí, arquipélago do Pacífico, estava em Paris onde ministrava algumas palestras e pretendia conseguir missionários para o local. Ele expunha os problemas daquela região e, especialmente dos doentes de lepra que eram exilados e abandonados numa ilha chamada Molokai, por determinação do governo.
Damião logo se interessou e se colocou à disposição para ir como missionário à ilha. Alguns fatos antecederam a sua ida. Uma epidemia de febre tifóide atingiu o colégio e seu irmão caiu doente. Damião ainda não era sacerdote, mas estava disposto a insistir que o aceitassem na missão rumo a Molokai. Escreveu uma carta ao superior da Ordem do Sagrado Coração que, inspirado por Deus, permitiu a sua partida. Assim, em de 1863, Damião embarcava para o Havaí, após ser ordenado sacerdote.
Chegando ao arquipélago, Damião logo se colocou a par da situação. A região recebera imigrantes chineses e com eles a lepra. Em 1865, temendo a disseminação da doença, o governo local decidiu isolar os doentes na ilha de Molokai. Nesta ilha existia uma península cujo acesso era impossível, exceto pelo mar. Assim, aquela península chamada Kalauapa tornou-se a prisão dos leprosos.
Para lá se dirigiu Damião, junto de três missionários que iriam revezar os cuidados com os leprosos. Os leprosos não tinham como trabalhar, roubavam-se entre si e se matavam por um punhado de arroz. Damião sabia que ficaria ali para sempre, pois grande era o seu coração. Naquele local abandonado, o padre começou a trabalhar. O primeiro passo foi recuperar o cemitério e enterrar os mortos. Com freqüencia ia à capital, comprar faixas, remédios, lençóis e roupas para todos. Neste meio tempo, escrevia para o jornal local, contando os terrores da ilha de Molokai. Essas notícias se espalharam e abalaram o mundo, todo tipo de ajuda humanitária começou a surgir. Um médico que contraíra a lepra ao cuidar dos doentes ouvira falar de Damião e viajou para a ilha a fim de ajudar.
No tempo que passou na ilha, Damião construiu uma igrejinha de alvenaria onde passou a celebrar as missas.Também construiu um pequeno hospital onde, ele e o médico, cuidavam dos doentes mais graves. Dois aquedutos completavam a estrutura sanitária tão necessária à vida daquele povoado. Porém, a obra de Damião abrangeu algo mais do que a melhoria física do local, ele trouxe nova esperança e alívio para os doentes. Já era chamado apóstolo dos leprosos.
Numa noite de 1885, Damião colocou o pé esquerdo numa bacia com água muito quente. Percebeu que tinha contraído a lepra pois não sentiu dor alguma. Tinha se passado cerca de dez anos desde que ele chegou à ilha e, milagrosamente, não havia contraído a doença até então. Com o passar do tempo a doença o tomou por inteiro
O doutor já havia morrido, assim como muitos dos amigos quando, aos 15 de abril de 1889, padre Damião de Veuster morreu. Em 1936, seu corpo foi transladado para a Bélgica onde recebeu os solenes funerais de Estado. Em 1995, padre Damião de Molokai foi beatificado pelo Papa João Paulo II e sua festa designada para o dia 10 de maio.
Fonte: http://www.catolicanet.com/
A vida de Damião começou a mudar quando completou vinte e um anos de idade. Um bispo do Havaí, arquipélago do Pacífico, estava em Paris onde ministrava algumas palestras e pretendia conseguir missionários para o local. Ele expunha os problemas daquela região e, especialmente dos doentes de lepra que eram exilados e abandonados numa ilha chamada Molokai, por determinação do governo.
Damião logo se interessou e se colocou à disposição para ir como missionário à ilha. Alguns fatos antecederam a sua ida. Uma epidemia de febre tifóide atingiu o colégio e seu irmão caiu doente. Damião ainda não era sacerdote, mas estava disposto a insistir que o aceitassem na missão rumo a Molokai. Escreveu uma carta ao superior da Ordem do Sagrado Coração que, inspirado por Deus, permitiu a sua partida. Assim, em de 1863, Damião embarcava para o Havaí, após ser ordenado sacerdote.
Chegando ao arquipélago, Damião logo se colocou a par da situação. A região recebera imigrantes chineses e com eles a lepra. Em 1865, temendo a disseminação da doença, o governo local decidiu isolar os doentes na ilha de Molokai. Nesta ilha existia uma península cujo acesso era impossível, exceto pelo mar. Assim, aquela península chamada Kalauapa tornou-se a prisão dos leprosos.
Para lá se dirigiu Damião, junto de três missionários que iriam revezar os cuidados com os leprosos. Os leprosos não tinham como trabalhar, roubavam-se entre si e se matavam por um punhado de arroz. Damião sabia que ficaria ali para sempre, pois grande era o seu coração. Naquele local abandonado, o padre começou a trabalhar. O primeiro passo foi recuperar o cemitério e enterrar os mortos. Com freqüencia ia à capital, comprar faixas, remédios, lençóis e roupas para todos. Neste meio tempo, escrevia para o jornal local, contando os terrores da ilha de Molokai. Essas notícias se espalharam e abalaram o mundo, todo tipo de ajuda humanitária começou a surgir. Um médico que contraíra a lepra ao cuidar dos doentes ouvira falar de Damião e viajou para a ilha a fim de ajudar.
No tempo que passou na ilha, Damião construiu uma igrejinha de alvenaria onde passou a celebrar as missas.Também construiu um pequeno hospital onde, ele e o médico, cuidavam dos doentes mais graves. Dois aquedutos completavam a estrutura sanitária tão necessária à vida daquele povoado. Porém, a obra de Damião abrangeu algo mais do que a melhoria física do local, ele trouxe nova esperança e alívio para os doentes. Já era chamado apóstolo dos leprosos.
Numa noite de 1885, Damião colocou o pé esquerdo numa bacia com água muito quente. Percebeu que tinha contraído a lepra pois não sentiu dor alguma. Tinha se passado cerca de dez anos desde que ele chegou à ilha e, milagrosamente, não havia contraído a doença até então. Com o passar do tempo a doença o tomou por inteiro
O doutor já havia morrido, assim como muitos dos amigos quando, aos 15 de abril de 1889, padre Damião de Veuster morreu. Em 1936, seu corpo foi transladado para a Bélgica onde recebeu os solenes funerais de Estado. Em 1995, padre Damião de Molokai foi beatificado pelo Papa João Paulo II e sua festa designada para o dia 10 de maio.
Fonte: http://www.catolicanet.com/
quarta-feira, 9 de maio de 2012
São Pacômio

09/05 - A extraordinária
vida dos eremitas, com suas mortificações às vezes excessivas e com aquele
acúmulo e sobrecarga de abstinência, jejuns, vigílias seria na realidade a
tradução prática do Evangelho? Sua solidão podia de fato esconder as insídias do
orgulho. Para eliminar este perigo um monge egípcio do século IV, S. Pacômio,
teve a idéia de uma nova forma de vida monástica: o cenobitismo ou vida comum,
em que a disciplina e a autoridade substituíam a anarquia dos
anacoretas.
Ele educou os seus discípulos na vida em comum, constituindo pouco distante das margens do Nilo a primeira “Koinonia”, uma comunidade cristã, nos moldes daquela fundada pelos apóstolos em Jerusalém, baseada na comunhão de oração, de trabalho e de refeição, e concretizada no serviço recíproco. O documento fundamental que regulava esta vida era a Sagrada Escritura, que o monge decorava e recitava-a em silêncio (ou em voz baixa) enquanto trabalhava em serviços manuais. Essa era também a principal forma de oração: um contato com Deus mediante o sacramento da Palavra.
São Pacômio nasceu no Alto Egito, no ano de 287, de pais pagãos. Engajado à força no exército imperial com a idade de vinte anos, acabou prisioneiro em Tebas com todos os recrutas. Protegidos pela escuridão, alguns cristãos levaram-lhes comida. O gesto dos desconhecidos comoveu Pacômio, que lhes perguntou quem os havia levado a fazer aquilo. “O Deus dos céus,” foi a resposta dos cristãos. Naquela noite Pacômio orou para o Deus dos cristãos pedindo que o livrasse das correntes, comprometendo-se em troca dedicar-lhe sua própria vida ao seu serviço. Obtida a liberdade, cumpriu a promessa agregando-se a uma comunidade cristã de um povoado do sul, o atual Kasr-es-Sayad, onde teve a instrução necessária ao batismo.
Durante algum tempo conduziu vida de asceta, dedicando-se ao serviço da gente do lugar, depois se submeteu à guia de um velho monge, Palamon, por sete anos. Durante um intervalo de solidão no deserto, uma voz misteriosa convidou-o a fixar sua morada naquele lugar, ao qual bem logo teriam vindo numerosos discípulos. Na época de sua morte os mosteiros masculinos já eram nove, mais um feminino. Ficou desconhecido o lugar da sepultura do santo, pois no seu leito de morte fez o discípulo Teodoro prometer que esconderia seu corpo para evitar que sobre o seu túmulo se construísse uma igreja, imitando o costume de se construir capelas sobre a sepultura dos mártires.
Ele educou os seus discípulos na vida em comum, constituindo pouco distante das margens do Nilo a primeira “Koinonia”, uma comunidade cristã, nos moldes daquela fundada pelos apóstolos em Jerusalém, baseada na comunhão de oração, de trabalho e de refeição, e concretizada no serviço recíproco. O documento fundamental que regulava esta vida era a Sagrada Escritura, que o monge decorava e recitava-a em silêncio (ou em voz baixa) enquanto trabalhava em serviços manuais. Essa era também a principal forma de oração: um contato com Deus mediante o sacramento da Palavra.
São Pacômio nasceu no Alto Egito, no ano de 287, de pais pagãos. Engajado à força no exército imperial com a idade de vinte anos, acabou prisioneiro em Tebas com todos os recrutas. Protegidos pela escuridão, alguns cristãos levaram-lhes comida. O gesto dos desconhecidos comoveu Pacômio, que lhes perguntou quem os havia levado a fazer aquilo. “O Deus dos céus,” foi a resposta dos cristãos. Naquela noite Pacômio orou para o Deus dos cristãos pedindo que o livrasse das correntes, comprometendo-se em troca dedicar-lhe sua própria vida ao seu serviço. Obtida a liberdade, cumpriu a promessa agregando-se a uma comunidade cristã de um povoado do sul, o atual Kasr-es-Sayad, onde teve a instrução necessária ao batismo.
Durante algum tempo conduziu vida de asceta, dedicando-se ao serviço da gente do lugar, depois se submeteu à guia de um velho monge, Palamon, por sete anos. Durante um intervalo de solidão no deserto, uma voz misteriosa convidou-o a fixar sua morada naquele lugar, ao qual bem logo teriam vindo numerosos discípulos. Na época de sua morte os mosteiros masculinos já eram nove, mais um feminino. Ficou desconhecido o lugar da sepultura do santo, pois no seu leito de morte fez o discípulo Teodoro prometer que esconderia seu corpo para evitar que sobre o seu túmulo se construísse uma igreja, imitando o costume de se construir capelas sobre a sepultura dos mártires.
Fonte: www.cleofas.com.br
terça-feira, 8 de maio de 2012
Santo Acácio

08/05 - Acácio era um
centurião da Capadócia, atual Turquia, do exército romano da cidade de Tracia,
foi acusado pelo tribuno Firmo e pelo proconsul Bibiano de ser cristão e, depois
de ásperas torturas e cruéis tormentos foi decapitado em Bizâncio sob as ordens
dos imperadores Diocleciano e Maximiano, no ano 304.
O imperador Constantino, o
Grande, construiu uma igreja-santuário em sua honra em Karía de Constantinopla,
de cuja cidade Santo Acácio se tornou o padroeiro. Isso há pelo menos treze
séculos. Ele é também o padroeiro da diocese de Squillace, atualmente
Catanzaro-Squillace, Itália.
O corpo do mártir é guardado e venerado em uma monumental capela da Catedral de Squillace, onde um braço foi trazido pelo Bispo em 1584, Guadavalle, sua cidade natal, da qual também foi eleito padroeiro. Suas relíquias foram levadas também para Cuenca de Ávila na Espanha, procedente de Squillace. É venerado entre os Santos Auxiliadores em diversas cidades da Europa Setentrional. Sua festa é celebrada no dia 08 de maio pela Igreja Ocidental.
Fonte: http://www.paroquiameninojesus.org.br/
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Santo Agostinho Roscelli

07/05 - Nasceu na pequena cidade de
Bergone di Casarza Ligure, Itália, no dia 27 de julho de 1818. Durante sua
infância, foi pastor de ovelhas. A sua família, de poucos recursos, constituiu
para ele um exemplo de fé e de virtudes cristãs.
Aos dezessete anos, decidiu ser padre, entusiasmado por Antonio Maria Gianelli, arcebispo de Chiavari, que se dedicava exclusivamente à pregação aos camponeses, e hoje está inscrito no livro dos santos. Em 1835, Agostinho foi para Gênova, onde estudou enfrentando sérias dificuldades financeiras, mas sempre ajudado pela sua força de vontade, oração intensa e o auxílio de pessoas de boa vontade.
É ordenado sacerdote em 1846, e enviado para a cidade de São
Martino d´Alboro como padre auxiliar. Inicia o seu humilde apostolado a serviço
de Deus, dedicando-se com zelo, caridade e exemplo ao crescimento espiritual e
ao ministério da confissão.
Agostinho é homem de diálogo no confessionário da igreja
genovesa da Consolação, sendo muito procurado, ouvido e solicitado pela
população. Sua fama de bom conselheiro corre entre os fiéis, o que faz chegar
gente de todas as condições sociais em busca de sua ajuda. Ele passa a conhecer
a verdadeira realidade do submundo.
Desde o início, identifica-se nele um exemplo de sacerdote
santo, que encarna a figura do "pastor", do educador na fé, do ministro da
Palavra e do orientador espiritual, sempre pronto a doar-se na obediência,
humildade, silêncio, sacrifício e seguimento dócil e abnegado de Jesus Cristo.
Nele, a ação divina, a obra humana e a contemplação fundem-se numa admirável
unidade de vida de apostolado e oração.
Em 1872, alarga o campo do seu apostolado, interessando-se
não só pelas misérias e pobrezas morais da cidade, e pelos jovens, mas também
pelos prisioneiros dos cárceres, a quem leva, com afeto, o conforto e a
misericórdia do Senhor. Dois anos mais tarde, passa a dedicar-se também aos
recém-nascidos, em favor das mães solteiras, vítimas de relações enganosas,
dando-lhes assistência moral e material, inserindo-as no mundo do trabalho
honesto.
Com a ajuda de algumas catequistas, padre Agostinho passa à
ação. Nasce um grupo de voluntárias, e acolhem os primeiros jovens em
dificuldades, para libertá-los do analfabetismo, dando-lhes orientação moral,
religiosa e, também, uma profissão. E a obra cresce, exatamente porque responde
bem à forte demanda social e religiosa do povo.
Em 1876, dessa obra funda a congregação das Irmãs da
Imaculada, indicando-lhes o caminho da santidade em Maria, modelo da vida
consagrada. Após o início difícil e incerto, a congregação se consolida e se
difunde em toda a Itália e em quase todos os continentes.
A vida terrena do "sacerdote pobre", como lhe costumam
chamar, chega ao fim no dia 7 de maio de 1902. O papa João Paulo II proclama
santo Agostinho Roscelli em 2001.
domingo, 6 de maio de 2012
São Lúcio de Cirene
06/05 -
Nos Atos dos Apóstolos, Lucas afirma que Lúcio atuava na comunidade cristã de
Antioquia, juntamente com outros profetas e doutores, como Barnabé, Simeão,
também chamado Níger, Manaém e Saulo (At 13,1).
Ele era de Cirene, na Líbia, onde foi bispo, nos primeiros tempos do cristianismo. Esses cinco profetas, segundo o que dizem os registros de Jerusalém, representavam o governo da primitiva Igreja de Antioquia.
Ele era de Cirene, na Líbia, onde foi bispo, nos primeiros tempos do cristianismo. Esses cinco profetas, segundo o que dizem os registros de Jerusalém, representavam o governo da primitiva Igreja de Antioquia.
Como vimos, só há a
indicação do lugar da origem de Lúcio que não deve ser confundido com o mártir
homônimo, procedente ele também de Cirene e martirizado sob o governo do
imperador Diocleciano. Esse mártir, entretanto, não foi bispo e é venerado em
outra data.
No Martirológio Romano, existem pelo menos vinte e dois santos com esse nome. Hoje se comemora justamente aquele que é o mais antigo e de quem se têm menos informações.
Fonte: www.catolicanet.com
No Martirológio Romano, existem pelo menos vinte e dois santos com esse nome. Hoje se comemora justamente aquele que é o mais antigo e de quem se têm menos informações.
Fonte: www.catolicanet.com
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