sábado, 21 de abril de 2012
São Conrado de Parzham

21/04 - São Conrado de Parzham foi o segundo santo alemão
canonizado depois da separação luterana da Igreja. O anterior fora também um
capuchinho, São Fiel de Sigmaringa.
Sentindo-se chamado à vida religiosa, entrou, aos trinta e um anos, na Ordem dos Capuchinhos e ali fez a sua profissão a 4 de Outubro de 1842. Destinado ao ofício de porteiro no convento e santuário de Altotting, na Baixa Baviera, ali permaneceu durante quarenta e três anos, edificando os seus irmãos e os muitos peregrinos com a prática da caridade e uma paciência inalterável.
Grande devoto da Virgem Maria e da Eucaristia, dotado de dons extraordinários, entre os quais o dom da profecia, provocou um despertar da fé em todas as regiões onde se foi difundindo a fama da sua santidade. Animado pelo zelo apostólico, entregou-se também à beneficência sobretudo em favor de crianças e jovens abandonados ou em perigo, conhecidos pelo nome de Liebesswerk.
A 18 de Abril de 1894, depois de ter servido à mesa, foi para a portaria e ali começou a sentir-se mal. Pediu a um irmão para o substituir no seu trabalho, esperando que lhe voltassem as forças. Entretanto, elas não voltaram mais. Depois da oração de Vésperas, foi ter com o Guardião e, com toda a humildade, assim lhe falou "Padre, não posso mais". Este mandou-o para a cama, na cela chamada de Nossa Senhora.
Frei Conrado, sem deixar notar que sofria, apertando nas mãos o crucifixo e o terço, entregou-se à oração. Na manhã de 21 de Abril, recebeu a sagrada comunhão e quis receber também a Unção dos enfermos e a absolvição geral. A calma e a serenidade que resplandeciam no seu rosto não permitiam esperar que a sua morte estivesse eminente.
Chamado no batismo Conrado Birndorfer, nasceu a 22 de
Dezembro de 1818 numa numerosa família, proprietária de uma quinta em Venushof,
no vale de Rott, na diocese de Passavia. Órfão aos 16 anos, dedicou-se ao
trabalho do campo distinguindo-se já então pela prática da virtude e pelo
espírito de oração.
Sentindo-se chamado à vida religiosa, entrou, aos trinta e um anos, na Ordem dos Capuchinhos e ali fez a sua profissão a 4 de Outubro de 1842. Destinado ao ofício de porteiro no convento e santuário de Altotting, na Baixa Baviera, ali permaneceu durante quarenta e três anos, edificando os seus irmãos e os muitos peregrinos com a prática da caridade e uma paciência inalterável.
Grande devoto da Virgem Maria e da Eucaristia, dotado de dons extraordinários, entre os quais o dom da profecia, provocou um despertar da fé em todas as regiões onde se foi difundindo a fama da sua santidade. Animado pelo zelo apostólico, entregou-se também à beneficência sobretudo em favor de crianças e jovens abandonados ou em perigo, conhecidos pelo nome de Liebesswerk.
A 18 de Abril de 1894, depois de ter servido à mesa, foi para a portaria e ali começou a sentir-se mal. Pediu a um irmão para o substituir no seu trabalho, esperando que lhe voltassem as forças. Entretanto, elas não voltaram mais. Depois da oração de Vésperas, foi ter com o Guardião e, com toda a humildade, assim lhe falou "Padre, não posso mais". Este mandou-o para a cama, na cela chamada de Nossa Senhora.
Frei Conrado, sem deixar notar que sofria, apertando nas mãos o crucifixo e o terço, entregou-se à oração. Na manhã de 21 de Abril, recebeu a sagrada comunhão e quis receber também a Unção dos enfermos e a absolvição geral. A calma e a serenidade que resplandeciam no seu rosto não permitiam esperar que a sua morte estivesse eminente.
Em dado momento, ouvindo tocar repetidamente a campainha da
porta, fiel até ao fim, ao seu dever, com grande esforço, levantou-se e tentou
sair. As suas forças, porém, já não lho permitiram. Passou, naquele instante, um
noviço que o levantou e, com a ajuda de outro o deitou na cama. Entrou logo em
agonia. Um dos sacerdotes presentes recitou então as preces dos agonizantes e,
às oito horas da tarde, no momento do Angelus, balbuciando fervorosas orações,
com o olhar fixo no céu, morreu santamente. Era o dia 21 de Abril de 1894.
Contava 76 anos de idade. A notícia da morte de São Conrado atraiu logo uma
multidão de devotos, sobretudo crianças, que vieram venerar os seus restos
mortais.
Fonte: http://www.sitenarede.com/
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
São Marcelino de Embrum

20/04 - Com Domingos e Vicente,
Marcelino viera da África para evangelizar os Alpes franceses. Enviou os dois
companheiros para os Baixos Alpes, reservando para si, Embrun e os Altos Alpes.
Construiu uma igreja nesta
cidade e convidou santo Eusébio de Verceil (Piemonte) a vir consagrá-la. Este
santo fê-lo e conferiu a Marcelino a sagração episcopal.
Narra-se que, regressando
duma excursão apostólica, Marcelino encontrou umas mulas que transportavam
trigo. Um dos almocreves praguejava contra uma que morrera de esgotamento. "Ah!
Exclama ele agarrando o Bispo, aqui está quem me vai livrar de dificuldades".
Marcelino deixou que o oprimissem, tomou a carga e levou-a, substituindo a mula.
Mas quando os cristãos o viram chegar naquele preparo, quiseram fazer em postas
o velhaco que assim tinha tratado o pastor que a eles chegara; mas este não
deixou tal coisa: ''Não lhe faça mal nenhum, disse, porque só me fez bem. Não me
permitiu imitar um pouco Aquele que tomou sobre si os nossos pecados e quis
levar a cruz da nossa salvação?"
Está claro que um amor assim
a Nosso Senhor não podia deixar de fazer de Marcelino um grande convertedor. A
todos os seus méritos deve acrescentar-se o de combater o arianismo, que
desejava Constante I impor ao Ocidente. Teve de fugir muitas vezes para os
montes, a fim de escapar aos funcionários imperiais, encarregados de o prender.
A morte de Constâncio (+ 361) restituiu-lhe a liberdade. S. Marcelino morreu a
13 de Abril de 374.
Fonte: www.portalcatolico.org.br
Marcadores: São Marcelino de Embrum - 20 de Abril
quinta-feira, 19 de abril de 2012
São Leão IX

19/04 - Bruno nasceu no ano 1002 na
nobre família dos Dagsburgo, ou Asburgo, como ficou sendo grafado depois, e veio
ao mundo com algumas manchas no corpo, como que predestinado, naquele início de
segundo milênio.
Sua mãe, santa Heilwiges, era uma católica fervorosa, viu que a pele do menino apresentava, ao nascer, muitas manchas vermelhas, formando cruzes por todo o corpo.
Ficou na casa paterna, freqüentada pela nobreza da corte, até os cinco anos de idade, quando sua mãe o confiou ao bispo de Toul, Bertoldo, que, com o passar dos anos, o fez doutorar em direito canônico.
Ao receber a ordenação sacerdotal, foi atuar junto ao seu
primo Conrado, que tinha posição de destaque no Império, ali trabalhando pela
religião e pela comunidade, cuidando de complicadas tarefas administrativas. Seu
trabalho o fez ser eleito bispo de Trèves em 1026, quando implantou e
desenvolveu uma reforma profunda nos conventos e na própria forma de
evangelização na sua diocese.
Está registrado que, paralelamente ao trabalho desenvolvido em favor da Igreja nas altas rodas do governo e da sociedade, Bruno mantinha, ao mesmo tempo, uma atitude disciplinada e fervorosa quanto aos preceitos da caridade. Para dar exemplo de humildade, diariamente recebia pobres em seu palácio, alimentava-os e repetia a cerimônia do lava-pés, tendo-os como seus discípulos. Liderava também, anualmente, uma peregrinação aos túmulos de são Pedro e são Paulo, em Roma.
Nada disso passou despercebido. Quando faleceu o papa Dâmaso II, Bruno foi eleito, por unanimidade, para o trono de Pedro. Mas recusou. É que a eleição ocorreu em um Concílio convocado pelo imperador da Alemanha, Henrique III, em Worms.
Compareceu enorme número de bispos, prelados, embaixadores e príncipes, referendando o nome de Bruno, mas o bispo só aceitou o cargo depois que o mesmo ocorreu em Roma, quando seu nome foi de novo consagrado por unanimidade, em 1049, na própria basílica de São Pedro.
Ele assumiu e adotou o nome de Leão IX, passando para a
história por sua atuação memorável como papa. Citando alguns exemplos:
reorganizou a disciplina eclesiástica, implantando nova disciplina e a volta dos
preceitos originais do cristianismo nos sínodos de Latrão, Pavia, Reims e
Mogúncia; acabou com os abusos da simonia, isto é, com a cobrança para as
indulgências dos pecados, e o casamento dos clérigos; criou cardeais de outras
nações e não só italianos, como se fazia então; selou a paz entre a Hungria e a
Alemanha, evitando uma guerra iminente.
Há duas passagens mais na vida do papa Leão IX, uma dolorosa e outra heróica. A dolorosa se refere ao cisma provocado por Miguel Cerulário, patriarca de Constantinopla, que rompeu com Roma e separou a Igreja em duas, e que este papa não conseguiu evitar.
Há duas passagens mais na vida do papa Leão IX, uma dolorosa e outra heróica. A dolorosa se refere ao cisma provocado por Miguel Cerulário, patriarca de Constantinopla, que rompeu com Roma e separou a Igreja em duas, e que este papa não conseguiu evitar.
A heróica, também triunfal, foi quando os normandos buscavam dominar a Europa e invadiram a Itália. Já haviam capturado as províncias de Apulia e Calábria, quando o papa conseguiu reforços do imperador, pegou em armas e liderou os soldados contra os invasores.
Evitou a tomada de Roma, mas caiu prisioneiro dos inimigos.
Embora tratado com muito respeito pelos adversários, a batalha minara sua saúde.
De volta a Roma, morreu em 19 de abril de 1054.
Celebrado neste dia, daquela época até hoje, são milhares as
graças e milagres ocorridos, por sua intercessão, aos pés de seu
túmulo.
Fonte: www.derradeirasgracas.com
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Santo Apolônio - Mártir
18/04 - Apolônio, senador
romano, no tempo do imperador Cômodo (108), gozava de elevadíssima reputação na
cidade dos Césares, devido à cultura intelectual admirável eloqüência e
finíssimo trato que o distinguiam. A leitura da Sagrada Escritura, a audição da
palavra explicada e as conferências que teve com o Papa Eleutério, levaram-no a
abandonar as superstições de uma religião falsa e pedir o santo batismo. Uma vez
cristão, tornou-se instrumento valioso da propaganda da religião de Cristo entre
os compatrícios. Pelo exemplo e a palavra conduziu muitos ao redil do divino
Pastor. Se bem que Cômodo não perseguisse os cristãos, até lhes desse provas de simpatia, existia em vigor uma lei anterior, segundo a qual era condenado à morte o cristão que, acusado de professar a fé se negasse a abandoná-la. Um escravo incomodado pelo incremento que o catolicismo tomava, denunciou Apolônio.
O juiz, Perenis, penalizado por ver arrastado ao tribunal
membro tão distinto da sociedade, nem por isso podia deixar de convidar Apolônio
a abjurar o cristianismo. Apolônio, por sua vez. aproveitou a ocasião, para
proferir belíssima defesa de sua religião no fórum, mostrando à assembléia
numerosíssima a falsidade do paganismo e a impiedade do culto idólatra. Suas
palavras calaram profundamente nos espíritos dos assistentes, e ninguém teve um
gesto de réplica. Perenis, porém, temendo qualquer reação ou protesto, se
absolvesse o denunciado, propôs a Apolônio, renunciar por mera formalidade às
doutrinas cristãs, garantindo-lhe toda a liberdade de consciência em tal
assunto.
Apolônio repeliu o conselho: Admiro-me — disse ao juiz —
como, tendo ouvido minha argumentação irrefutável, ainda podes fazer-me tal
insinuação. Sou cristão, não só de palavra, mas de fato, e maior desejo não
nutro, a não ser este, de derramar o meu sangue em testemunho de minha fé".
Ainda em termos eloqüentes e persuasivos exortou ao juiz e aos senadores a
aceitarem a religião cristã, única verdadeira e capaz de abrir as portas da
eterna felicidade.
Essas palavras foram ouvidas com grande comoção, mas caíram
em terra dura. Perenis, tendo ouvido a opinião dos demais senadores, condenou
Apolônio à pena de morte pela empada. Ao ouvir esta sentença, Apolônio deu
graças a Deus em alta voz, confessando-se publicamente cristão, e que, como tal
queria viver e morrer. Apelou ainda para todos, para que lhe seguissem o exemplo
e tratassem da salvação da própria alma.
A morte do Mártir ocorreu em 184.
Fonte:
www.filhosdapaixão.org.br
terça-feira, 17 de abril de 2012
Papa Aniceto, Santo Aniceto

17/04 - Décimo primeiro
papa católico (155-166) nascido na Síria, escolhido para ser o substituto de São
Pio I (141-155) e tradicionalmente considerado de perfeita inteligência e
santidade de vida, destacando-se por ter sido o primeiro papa a condenar
oficialmente uma doutrina como heresia, em concreto e o montanismo. Ignora-se mais detalhes da sua vida pregressa como da
grande maioria dos papas dos primeiros séculos cristãos.
Como pontífice, proibiu o
cultivo do cabelos pelos padres para não ser um motivo de vaidade. O governo
deste pontífice coincidiu com o tempo do imperador romano Antônio e, além das
perseguições oficiais por parte do governo romano, disseminavam-se perigosas
heresias e seitas que punham em perigo o futuro da Igreja. Mas o papa envidou
todos os esforços catequéticos para impedir o progresso das obras heréticas e
reconduzir ao seio da Igreja os pobres desviados.
Reuniu-se com São Policarpo,
um discípulo de São João Evangelista, quando este visitou Roma, para tratar de
questões disciplinares que atormentavam a unidade da Igreja. Ambos concluíram e
deram demonstrações públicas que a Igreja de Roma, na doutrina, era idêntica a
de Jerusalém e estas declarações causou grande impacto entre os hereges e
promoveram muitas conversões. Como único ponto de divergência entre ele e
Policarpo fosse o tempo da celebração da Páscoa, o papa deixou aos cristãos
orientais toda a liberdade na celebração da Festa da Páscoa, como eram
acostumados desde os dias de São João Evangelista.
Aparentemente morreu
martirizado, mas não há provas históricas definitivas e foi sepultado no
cemitério de São Calisto, nas Catacumbas. Foi substituído pelo napolitano São
Sóter ou Sotero (166-175) e é um dos santos comemorados no dia 17 de
abril.
Fonte: http://www.netsaber.com.br/
Marcadores: Papa Aniceto, Santo Aniceto - 17 de Abril
segunda-feira, 16 de abril de 2012
São Bento José Labre

16/04 - "O cigano de Cristo", este
também é seu apelido, que demonstra claramente o que foram os trinta e cinco
anos de vida de Bento José Labre, treze deles caminhando e evangelizando pelas
famosas e seculares estradas de Roma. Aliás, o antigo ditado popular que diz que
"todos os caminhos levam a Roma" continua sendo assim para todos os cristãos.
Entretanto, principalmente no século XVII, em qualquer um deles era possível
cruzar com o peregrino Bento José e nele encontrar o caminho que levava a Deus.
Ele era francês, nasceu em
Amettes, próximo a Arras, no dia 27 de março de 1748, o mais velho dos quinze
filhos de um casal de agricultores pobres. Freqüentou a modesta escola local,
mas aprendeu latim com um tio materno. Ainda muito jovem, quis tornar-se monge
trapista, mas não conseguiu o consentimento dos pais.
Com dezoito anos, pediu
ingresso no convento trapista de Santa Algegonda, mas os monges não aprovaram
sua entrada. Percorreu a pé, então, centenas de quilômetros até a Normandia,
debaixo de um inverno extremamente rigoroso, onde pediu admissão no Convento
Cisterciense de Montagne. Também foi recusado ali, tentando, ainda, a entrada
nos Cartuchos de Neuville e Sept-Fons, com o mesmo resultado. Foi então que, com
vinte e dois anos, tomou a decisão mais séria da sua vida: seu mosteiro, já que
não encontrava guarida em nenhum outro, seriam as estradas de Roma.
No embornal de peregrino
carregava apenas o Novo Testamento e um breviário, além de um terço nas mãos.
Durante a noite, dormia nas ruínas do Coliseu e, de dia, percorria as estradas
peregrinando nos lugares sagrados e evangelizando sem pedir esmolas. Quando
recebia a caridade alheia, mesmo sem pedir, ainda dividia o que ganhava com os
pobres. Isso lhe valeu, certa vez, algumas pancadas de um certo cidadão que
encarou sua atitude como um insulto. Na maior parte dos dias, comia um pedaço de
pão e ervas colhidas no caminho.
Os maus tratos do cotidiano,
ou seja, a maneira insatisfatória de higiene a que se submetera durante muitos
anos e as penitências que se auto-impusera, acabaram por causar o seu fim. Um
dia, ainda muito jovem, seu corpo foi encontrado nos fundos da casa de um amigo
arquiteto, perto da igreja de Santa Maria dos Montes. Houve uma grande
aglomeração de populares que admiravam e até veneravam o singelo peregrino.
Bento José acabou sendo
sepultado ali mesmo, próximo daquela igreja, local que logo passou a ser
procurado pelos devotos e peregrinos. Imediatamente, tornou-se palco de muitas
graças e prodígios, por intercessão daquele que em vida percorreu o caminho da
santidade. O papa Leão XIII canonizou são Bento José Labre em 1881, determinando
sua festa para o dia 16 de abril, data de sua morte no ano
1783.
Fonte:
www.catolicanet.com
domingo, 15 de abril de 2012
São Crescente

15/04 - Nasceu em Mira, na Ásia
Menor. Crescente chorou muitas vezes quando percebia pessoas que se entregavam a
religiões politeístas, de muitas divindades, longe daquele que é o único Senhor
e Salvador: Jesus Cristo.
Seu esforço era o de levar a
sua experiência. Primeiro, através de uma oração de intercessão constante pela
conversão de todos. Certa vez, numa festa pagã aos deuses, ele se fez presente e
movido pelo Espírito Santo, começou a evangelizar.
Inimigos da fé cristã o
levaram a um juiz, que propôs que ele "apenas" expressasse exteriormente o culto
às divindades pagãs, com o objetivo de preservar sua vida.
Crescente desprezou a
proposta, e foi martirizado por não negar a Jesus Cristo.
Fonte: www.cancaonova.com
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