terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Santo do Dia compartilhou a própria foto.
Outros santos e beatos:
(9 de Janeiro)
Beato Gregório X papa (1210-1276).
Teobaldo Visconti, de Piacenza, arcebispo de Liège, recebeu o encargo de pregar a última cruzada e de prestar assistência espiritual aos cavaleiros cristãos, acompanhando-os à Terra Santa.
Nesse ínterim, em 1271, recebeu um emissário de Roma, que lhe deu a notícia de que fora eleito papa. Contudo, não era padre e deveria, como se costuma dizer, queimar as etapas em poucos dias, tanto para chegar à sagração episcopal quanto para ascender ao sólio pontifício.
O prosseguimento da cruzada, obviamente, passou a fazer parte de suas metas (como pontífice), contudo o que então mais urgia era obter a unidade dos cristãos.
Durante sua estada na Palestina, persuadira-se de que havia necessidade e viabilidade de se promover a união entre as Igrejas latina e grega. Com esse objetivo, anunciou a convocação de um concílio ecumênico, que foi inaugurado em Lião, no dia 1o de maio de 1274.
Entre os quinhentos bispos presentes (além de sessenta abades e mil padres) destacava-se a esbelta silhueta do novo cardeal franciscano Boaventura de Bagnoregio, filósofo e teólogo de grande renome. Também fora convocado para o concílio outro grande filósofo e teólogo, o dominicano Tomás de Aquino, prematuramente colhido pela morte, em Fossanova, a caminho de Lião.
No dia 7 de maio, Gregório X pronunciou o discurso de abertura das várias sessões, começando por evocar as palavras evangélicas: Desiderio desideravi hoc Pascha manducare vobiscum.
De fato, o maior desejo do papa — a união dos cristãos — parecia prestes a tornar-se realidade com a chegada dos representantes da Igreja ortodoxa, encarregados de subscrever a profissão de fé de comum acordo com os anfitriões. Isso envolveria até a espinhosa questão ­concernente à secular divergência sobre a dupla “processão” do Espírito Santo (do Pai e do Filho). A reconciliação parecia selada, e o papa entoou em alta voz o Te Deum.
Santos Juliano ou Julião, Basilissa, Antônio, Anastácio, Celso, Marcianila e companheiros — martirizados em 302. Um exemplo raro de como o espírito humano é capaz de jugular nossa fraqueza. Juliano e Basilissa (que se casaram para satisfazer os respectivos pais) mantiveram durante o matrimônio o voto de virgindade; após a morte dos genitores, e de comum acordo, separaram-se para fundar dois mosteiros, um masculino e outro feminino. Mas a perseguição movida por Diocleciano pôs tragicamente fim a ambas as comunidades. Lê-se no Martirológio romano que, juntamente com Juliano, “sofreram o martírio padre Antônio; Anastácio, que o próprio Juliano ressuscitara dentre os mortos e fizera partícipe da graça de Cristo; o pequenino Celso, junto com sua mãe Marcianila, sete irmãos e muitíssimos outros”, que se tinham refugiado no mosteiro. Certamente era esse o local menos seguro para resguardar-se da perseguição contra os cristãos...
São Britvaldo (†731) — bispo beneditino de Cantuária.
Santos Epítetos, Jovial, Segundo, Vital, Félix e companheiros — martirizados na África, em 250.
São Filano — missionário irlandês na Escócia, no século VIII; filho de santa Chentigerna.
Santo Honorato de Buzançais (†1250) — comerciante rico e benevolente, venerado como mártir no Poitou, na França; foi morto por seus criados.
São Marcelino de Ancona (†566) — bispo de Ancona, em 555.
Santa Marciana de Cesaréia — virgem martirizada em 303; condenada às feras do circo, sob a acusação de haver danificado uma estátua de Diana.
São Mautontes (†700) — abade beneditino francês.
Santa Pascásia — virgem martirizada em 178, venerada em Dijon.
São Pedro Il de Sebaste (†391) — bispo. Irmão caçula de são Basílio e de são Gregório de Nissa; abade, depois bispo de Sebaste, na Armênia.
São Vaningo ou Vanengo (†686) — abade beneditino, fundador da abadia de Fécamp, na França.

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