VIVÊNCIA:
Hoje, o Evangelho ensina-nos como Jesus enfrenta a seguinte objeção: segundo a lei, para que um testemunho tivesse valor, era necessário que fosse corroborado por duas ou três testemunhas. Jesus alega a seu favor o testemunho de São João Batista, o testemunho do Pai, que se manifesta nos milagres operados por Ele, e, finalmente, o testemunho das Escrituras.
Jesus Cristo repreende os que O estavam escutando, denunciando três impedimentos ao Seu reconhecimento como o Messias Filho de Deus: a falta de amor a Deus; a ausência de reta intenção e a interpretação interesseira das Escrituras.
Portanto há que ter em conta que, para confessar Jesus Cristo como verdadeiro Filho de Deus, não bastam as provas externas que nos sejam propostas; é muito importante a retidão da vontade, ou seja, as boas disposições.
Neste tempo de Quaresma, intensificando as obras de penitência que facilitam a renovação interior, melhoremos as nossas disposições para contemplar o verdadeiro rosto de Cristo.
Nós jamais devemos perder de vista que nossa vida cristã há de ser um verdadeiro e claro testemunho de Jesus; se a razão de ser da vinda de João Batista a este mundo foi ser testemunha de Jesus, seu testemunho vivo, a razão da sua vida, o sentido de sua existência em meio a este mundo é ser uma imagem de Jesus, a manifestação ou visibilidade do Espírito de Jesus.
Rezemos para que, quem olhe para nós veja Jesus em nossa pessoa; quem nos ouça esteja escutando as palavras de Jesus; quem observe nosso viver veja nisso uma espécie de cópia ou decalque do Evangelho. A esta obra todos somos vocacionados.
Hoje, o Evangelho ensina-nos como Jesus enfrenta a seguinte objeção: segundo a lei, para que um testemunho tivesse valor, era necessário que fosse corroborado por duas ou três testemunhas. Jesus alega a seu favor o testemunho de São João Batista, o testemunho do Pai, que se manifesta nos milagres operados por Ele, e, finalmente, o testemunho das Escrituras.
Jesus Cristo repreende os que O estavam escutando, denunciando três impedimentos ao Seu reconhecimento como o Messias Filho de Deus: a falta de amor a Deus; a ausência de reta intenção e a interpretação interesseira das Escrituras.
Portanto há que ter em conta que, para confessar Jesus Cristo como verdadeiro Filho de Deus, não bastam as provas externas que nos sejam propostas; é muito importante a retidão da vontade, ou seja, as boas disposições.
Neste tempo de Quaresma, intensificando as obras de penitência que facilitam a renovação interior, melhoremos as nossas disposições para contemplar o verdadeiro rosto de Cristo.
Nós jamais devemos perder de vista que nossa vida cristã há de ser um verdadeiro e claro testemunho de Jesus; se a razão de ser da vinda de João Batista a este mundo foi ser testemunha de Jesus, seu testemunho vivo, a razão da sua vida, o sentido de sua existência em meio a este mundo é ser uma imagem de Jesus, a manifestação ou visibilidade do Espírito de Jesus.
Rezemos para que, quem olhe para nós veja Jesus em nossa pessoa; quem nos ouça esteja escutando as palavras de Jesus; quem observe nosso viver veja nisso uma espécie de cópia ou decalque do Evangelho. A esta obra todos somos vocacionados.
ORAÇÃO:
Pai, dai-me suficiente inteligência para descobrir, no testemunho de Jesus, Sua condição de Filho enviado por Vós, para a nossa salvação. Amém!
Pai, dai-me suficiente inteligência para descobrir, no testemunho de Jesus, Sua condição de Filho enviado por Vós, para a nossa salvação. Amém!
A PAZ DE CRISTO!
“O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça! O Senhor volte o seu rosto para ti e te dê a paz!” (Nm6, 24-26)
Fonte: Grupo de Estudos de Liturgia Márcia Maia.
http://www.nospassosdemaria.com.br/Evangelho.html
Fonte: Grupo de Estudos de Liturgia Márcia Maia.
http://www.nospassosdemaria.com.br/Evangelho.html


Nenhum comentário:
Postar um comentário