segunda-feira, 23 de dezembro de 2013


As ordens menores, como sendo originalmente ministérios leigos, quis a reforma que voltassem a apresentar este caráter; embora permanecessem como etapas em preparação o diaconato e o sacerdócio. Algo importantíssimo que devemos saber sobre estes ministérios é que eles são leigos não para “laicizar” os seminaristas. O verdadeiro motivo de tornar tais ordens ministérios leigos é por que o Concilio desejou ardentemente que fossem conferidas aos leigos, àqueles que não se preparam para o sacerdócio, mas simplesmente tem como objetivo servir a Deus por meio do ministério recebido.

Com tais ministérios tornando-se próprios dos leigos, todas as paróquias passam a usufruir deles e tê-los como comuns; essa atitude demonstra uma solicitude pastoral magnífica.
O Cerimonial dos Bispos ao falar dos acólitos diz que “Quando for mister, ensinará aqueles que exercem algum ministério nas ações litúrgicas, seja os que levam o livro, a cruz, as velas, o turíbulo, seja os que exercem outras funções semelhantes”. Mostra-se portanto que os acólitos devem auxiliar no serviço daqueles que exercem esse ministério de maneira não-instituída (coroinhas), segundo o antigo costume da igreja e, mais, que destes meninos saiam os futuros acólitos instituídos para o serviço na paróquia.

Texto completo em:http://www.salvemaliturgia.com/2013/12/hierarquia-e-ministerio-iii.html

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