segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Transfiguração do Senhor Separador
A Festa da Transfiguração do Senhor remonta ao século V, no Oriente. Na Idade Média estendeu-se por toda Igreja Universal, especialmente com Calisto III. O episódio foi relatado pelos evangelistas Mateus, Marcos e Lucas. Presentes estavam os apóstolos Pedro, João e Tiago. Jesus transfigurou-se diante deles, seu corpo ficou deveras luminoso e resplandecentes suas vestes. Com isto Jesus quis manifestar aos discípulos que ele era realmente o Filho de Deus, enviado pelo Pai. Jesus é o cumprimento de todas as promessas de Deus; é Deus-conosco, a manifestação da ternura e da misericórdia do Pai entre os homens. Sua paixão e morte não serão o fim, mas tudo recobrará sentido quando Deus Pai o ressuscitar e o fizer sentar à sua direita, na sua glória. Tudo isto é dito de uma maneira plástica - luz, brancura, glória, nuvem... Que indicam a presença de Deus. O caminho necessário para a ressurreição é, contudo, o caminho da cruz, da paixão e morte, da entrega total de sua vida pelo perdão dos pecados. Oração Prece da força do testemunho A beleza da glória celeste que a Igreja esperando procura, Cristo a mostra no alto do monte, onde mais que o sol claro fulgura. Este fato é nos tempos notável: ante Pedro, Tiago e João, Cristo fala a Moisés e a Elias sobre a sua futura paixão. Testemunhas da lei, dos profetas e da graça estando presentes, sobre o Filho, Deus Pai testemunha, vindo a voz duma nuvem luzente. Com a face brilhante de glória, Cristo hoje mostrou no Tabor o que Deus tem no céu preparado aos que o seguem, vivendo no amor. Da sagrada visão o mistério ergue aos céus o fiel coração. E, por isso, exultante de gozo, sobe a Deus nossa ardente oração. Pai e Filho, e Espírito da Vida, um só Deus, Vida e Paz, Sumo bem, concedei-nos, por vossa presença, esta glória no Reino. Amém. (Hino - Liturgia das Horas - p. 1597)

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