SÃO VICENTE DE PAULO
Aos dezenove anos foi ordenado padre e, antes de ser capelão da rainha Margarida de Valois, ficou preso durante dois anos nas mãos dos muçulmanos. O mais curioso é que acabou sendo libertado pelo seu próprio dono o qual, ao longo desses dois anos, Vicente conseguiu converter ao cristianismo. Todos o admiravam e respeitavam: do Cardeal Richelieu, passando pela rainha Ana da Áustria e até mesmo pelo rei Luiz XIII, que fez questão absoluta de que Vicente de Paulo estivesse presente no seu leito de morte. Mas, quem mais era merecedor da piedade e atenção de São Vicente de Paulo eram mesmo os pobres, os menos favorecidos, que sofriam as agruras da miséria. Quando Mazarino, em represália às barricadas erguidas pela França quis fazer o país entregar-se pela fome, Vicente de Paulo aliou-se a São Lázaro e organizou uma mesa popular para dar de comer, diariamente, a duas mil pessoas famintas. Apesar de ter sido um homem com pouco tempo para os livros, achou todo tempo do mundo para tratar e distribuir alívio espiritual. Quando foi convencido de que o povo sofria por falta de solidariedade e de pessoas caridosas para lhe estenderem a mão, o regente francês imediatamente lhe deu o encargo de Ministro da Caridade. Com isso, organizou um trabalho de auxílio aos pobres em escala nacional. Fundou e organizou quatro instituições voltadas para a caridade: A Confraria das Damas da Caridade, os Servos dos Pobres, a Congregação dos Padres da Missão e, principalmente, as Filhas da Caridade. São Vicente de Paulo morreu em Paris no dia 27 de setembro de 1660 e foi canonizado em 1737. (© 1997-2002 Direitos reservados Pia Sociedade Filhas de São Paulo - www.paulinas.org.br) |

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