sexta-feira, 22 de março de 2013

Evangelho do dia (Jo 10,31-42): No evangelho de hoje, Jesus está em Jerusalém por ocasião da festa da Dedicação do Templo e, mais uma vez, confrontado e interrogado pelas autoridades judaicas, entra em confronto aberto com elas. Jesus se esforça para, a todo custo, revelar às autoridades judaicas as contradições de sua atitude obstinada de persegui-lo com o intuito de condená-lo. Primeiro querem condenar Jesus por suas obras, especialmente as curas em dia de sábado. Agora já não é pelas obras, mas por acusarem-no de blasfemo, fazendo-se igual a Deus. Jesus procura mostrar-lhes, por meio da Palavra de Deus e pelas obras que realiza, a realidade do Reino de Deus que está muito distante daquilo que vivenciam e ensinam. Na verdade, Jesus não desiste em momento algum de comunicar a novidade da mensagem evangélica aos seus contemporâneos, na tentativa de fazê-los compreender a beleza da obra de Deus expressada na gratuidade, não na obrigação do cumprimento de leis e normas. Jesus chega ao ponto de suplicar que as autoridades judaicas acreditem ao menos nas obras que realiza a fim de reconhecer o Pai, o Deus verdadeiro, e a sua proposta para o ser humano. Entretanto, Jesus não tolhe a liberdade humana diante da proposta do Pai: o homem é livre para aceitar a verdade anunciada por Jesus ou permanecer na atitude de recusa. Ao final do texto, Jesus retorna para o entorno do rio Jordão, lugar onde fora batizado por João e onde encontrou os primeiros discípulos. Esse retorno ao Jordão revela uma nova tentativa de Jesus, a partir de onde iniciara sua obra, para encontrar ali adesão à sua proposta. Diante do fracasso em Jerusalém, uma nova experiência revela a possibilidade de recomeçar, de motivar uma fé nova, capaz de aderir ao seu mistério pascal. Jesus não desiste do ser humano, de nenhum de nós. Em nossa liberdade, cabe-nos a escolha por acreditar no projeto de Deus que nos vem comunicar ou permanecer na recusa ao amor, fechando-nos em nós mesmos e fechando para nós as possibilidades de acolhermos o mistério de sua páscoa (vida nova) em nossas vidas.
22 de março de 2013
Evangelho do dia (Jo 10,31-42): No evangelho de hoje, Jesus está em Jerusalém por ocasião da festa da Dedicação do Templo e, mais uma vez, confrontado e interrogado pelas autoridades judaicas, entra em confronto aberto com elas. Jesus se esforça para, a todo custo, revelar às autoridades judaicas as contradições de sua atitude obstinada de persegui-lo com o intuito de condená-lo. Primeiro querem condenar Jesus por suas obras, especialmente as curas em dia de sábado. Agora já não é pelas obras, mas por acusarem-no de blasfemo, fazendo-se igual a Deus. Jesus procura mostrar-lhes, por meio da Palavra de Deus e pelas obras que realiza, a realidade do Reino de Deus que está muito distante daquilo que vivenciam e ensinam. Na verdade, Jesus não desiste em momento algum de comunicar a novidade da mensagem evangélica aos seus contemporâneos, na tentativa de fazê-los compreender a beleza da obra de Deus expressada na gratuidade, não na obrigação do cumprimento de leis e normas. Jesus chega ao ponto de suplicar que as autoridades judaicas acreditem ao menos nas obras que realiza a fim de reconhecer o Pai, o Deus verdadeiro, e a sua proposta para o ser humano. Entretanto, Jesus não tolhe a liberdade humana diante da proposta do Pai: o homem é livre para aceitar a verdade anunciada por Jesus ou permanecer na atitude de recusa. Ao final do texto, Jesus retorna para o entorno do rio Jordão, lugar onde fora batizado por João e onde encontrou os primeiros discípulos. Esse retorno ao Jordão revela uma nova tentativa de Jesus, a partir de onde iniciara sua obra, para encontrar ali adesão à sua proposta. Diante do fracasso em Jerusalém, uma nova experiência revela a possibilidade de recomeçar, de motivar uma fé nova, capaz de aderir ao seu mistério pascal. Jesus não desiste do ser humano, de nenhum de nós. Em nossa liberdade, cabe-nos a escolha por acreditar no projeto de Deus que nos vem comunicar ou permanecer na recusa ao amor, fechando-nos em nós mesmos e fechando para nós as possibilidades de acolhermos o mistério de sua páscoa (vida nova) em nossas vidas.
22 de março de 2013

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