
Evangelho
do dia (Jo 10,31-42): No evangelho de hoje, Jesus está em Jerusalém por
ocasião da festa da Dedicação do Templo e, mais uma vez, confrontado e
interrogado pelas autoridades judaicas, entra em confronto aberto com
elas. Jesus se esforça para, a todo custo, revelar às autoridades
judaicas as contradições de sua atitude obstinada de persegui-lo com o
intuito de condená-lo. Primeiro querem condenar Jesus por suas obras,
especialmente as curas em dia de sábado. Agora já não é pelas obras, mas
por acusarem-no de blasfemo, fazendo-se igual a Deus. Jesus procura
mostrar-lhes, por meio da Palavra de Deus e pelas obras que realiza, a
realidade do Reino de Deus que está muito distante daquilo que vivenciam
e ensinam. Na verdade, Jesus não desiste em momento algum de comunicar a
novidade da mensagem evangélica aos seus contemporâneos, na tentativa
de fazê-los compreender a beleza da obra de Deus expressada na
gratuidade, não na obrigação do cumprimento
de leis e normas. Jesus chega ao ponto de suplicar que as autoridades
judaicas acreditem ao menos nas obras que realiza a fim de reconhecer o
Pai, o Deus verdadeiro, e a sua proposta para o ser humano. Entretanto,
Jesus não tolhe a liberdade humana diante da proposta do Pai: o homem é
livre para aceitar a verdade anunciada por Jesus ou permanecer na
atitude de recusa. Ao final do texto, Jesus retorna para o entorno do
rio Jordão, lugar onde fora batizado por João e onde encontrou os
primeiros discípulos. Esse retorno ao Jordão revela uma nova tentativa
de Jesus, a partir de onde iniciara sua obra, para encontrar ali adesão à
sua proposta. Diante do fracasso em Jerusalém, uma nova experiência
revela a possibilidade de recomeçar, de motivar uma fé nova, capaz de
aderir ao seu mistério pascal. Jesus não desiste do ser humano, de
nenhum de nós. Em nossa liberdade, cabe-nos a escolha por acreditar no
projeto de Deus que nos vem comunicar ou permanecer na recusa ao amor,
fechando-nos em nós mesmos e fechando para nós as possibilidades de
acolhermos o mistério de sua páscoa (vida nova) em nossas vidas.
22 de março de 2013
Evangelho
do dia (Jo 10,31-42): No evangelho de hoje, Jesus está em Jerusalém por
ocasião da festa da Dedicação do Templo e, mais uma vez, confrontado e
interrogado pelas autoridades judaicas, entra em confronto aberto com
elas. Jesus se esforça para, a todo custo, revelar às autoridades
judaicas as contradições de sua atitude obstinada de persegui-lo com o
intuito de condená-lo. Primeiro querem condenar Jesus por suas obras,
especialmente as curas em dia de sábado. Agora já não é pelas obras, mas
por acusarem-no de blasfemo, fazendo-se igual a Deus. Jesus procura
mostrar-lhes, por meio da Palavra de Deus e pelas obras que realiza, a
realidade do Reino de Deus que está muito distante daquilo que vivenciam
e ensinam. Na verdade, Jesus não desiste em momento algum de comunicar a
novidade da mensagem evangélica aos seus contemporâneos, na tentativa
de fazê-los compreender a beleza da obra de Deus expressada na
gratuidade, não na obrigação do cumprimento
de leis e normas. Jesus chega ao ponto de suplicar que as autoridades
judaicas acreditem ao menos nas obras que realiza a fim de reconhecer o
Pai, o Deus verdadeiro, e a sua proposta para o ser humano. Entretanto,
Jesus não tolhe a liberdade humana diante da proposta do Pai: o homem é
livre para aceitar a verdade anunciada por Jesus ou permanecer na
atitude de recusa. Ao final do texto, Jesus retorna para o entorno do
rio Jordão, lugar onde fora batizado por João e onde encontrou os
primeiros discípulos. Esse retorno ao Jordão revela uma nova tentativa
de Jesus, a partir de onde iniciara sua obra, para encontrar ali adesão à
sua proposta. Diante do fracasso em Jerusalém, uma nova experiência
revela a possibilidade de recomeçar, de motivar uma fé nova, capaz de
aderir ao seu mistério pascal. Jesus não desiste do ser humano, de
nenhum de nós. Em nossa liberdade, cabe-nos a escolha por acreditar no
projeto de Deus que nos vem comunicar ou permanecer na recusa ao amor,
fechando-nos em nós mesmos e fechando para nós as possibilidades de
acolhermos o mistério de sua páscoa (vida nova) em nossas vidas.
22 de março de 2013
22 de março de 2013

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