
JESUS LEVA A CRUZ ATÉ AO CALVÁRIO
Ligaram-Me os pés com cordas e obrigaram-Me a caminhar até à Minha
Cruz. Mas, Minha filha, Eu não podia caminhar, porque Me tinham ligado
os Pés.
Lançaram-Me, então, por terra e arrastaram-Me, pegando-Me
pelos cabelos até a Minha Cruz. O Meu Sofrimento era intolerável. Alguns
pedaços da Minha Carne, que haviam ficado pendentes, depois da
Flagelação, foram-Me arrancados. Aliviaram, então, os laços dos Meus Pés
e deram-Me pontapés para obrigar-Me a levantar e a levar o Meu fardo
aos Ombros.
Eu não podia ver sequer onde estava a Minha Cruz, uma
vez que os Espinhos, que se Me haviam enterrado na Cabeça, Me enchiam os
Olhos de Sangue, que se Me colava no Rosto. Levantaram, então, a Minha
Cruz, puseram-Ma aos Ombros e empurraram-Me para a porta.
Ó Minha filha, como era pesada a Cruz que Eu tive de levar! Avancei, às apalpadelas, para a porta.
O Meu caminho era traçado apenas pelo flagelo que Me batia. Procurava
ver o Meu caminho através do Sangue que Me queimava os Olhos. Senti,
então alguém que Me enxugava o Rosto, inchado.
Ouvi-as chorar e
lamentar-se; ouvi-as."Benditas sejais!" disse-lhes Eu. O Meu Sangue
lavará todos os pecados da humanidade. Olhai, Minhas filhas, o tempo da
vossa salvação chegou". Endireitei-Me com dificuldade.
A multidão tinha-se enraivecido. Eu não via nenhum amigo à Minha volta; ninguém estava ali, para Me consolar.
A Minha agonia parecia aumentar e caí por terra. Receando que Eu
morresse antes da Crucifixão, os soldados deram ordem a um homem, de
nome Simão, para que levasse a Minha Cruz.
Minha filha, não se tratava de um gesto de bondade ou de compaixão, mas de uma simples forma de Me poupar para a Cruz.
(A Verdadeira Vida em Deus, 9.11.1986)
JESUS LEVA A CRUZ ATÉ AO CALVÁRIO
Ligaram-Me os pés com cordas e obrigaram-Me a caminhar até à Minha Cruz. Mas, Minha filha, Eu não podia caminhar, porque Me tinham ligado os Pés.
Lançaram-Me, então, por terra e arrastaram-Me, pegando-Me pelos cabelos até a Minha Cruz. O Meu Sofrimento era intolerável. Alguns pedaços da Minha Carne, que haviam ficado pendentes, depois da Flagelação, foram-Me arrancados. Aliviaram, então, os laços dos Meus Pés e deram-Me pontapés para obrigar-Me a levantar e a levar o Meu fardo aos Ombros.
Eu não podia ver sequer onde estava a Minha Cruz, uma vez que os Espinhos, que se Me haviam enterrado na Cabeça, Me enchiam os Olhos de Sangue, que se Me colava no Rosto. Levantaram, então, a Minha Cruz, puseram-Ma aos Ombros e empurraram-Me para a porta.
Ó Minha filha, como era pesada a Cruz que Eu tive de levar! Avancei, às apalpadelas, para a porta.
O Meu caminho era traçado apenas pelo flagelo que Me batia. Procurava ver o Meu caminho através do Sangue que Me queimava os Olhos. Senti, então alguém que Me enxugava o Rosto, inchado.
Ouvi-as chorar e lamentar-se; ouvi-as."Benditas sejais!" disse-lhes Eu. O Meu Sangue lavará todos os pecados da humanidade. Olhai, Minhas filhas, o tempo da vossa salvação chegou". Endireitei-Me com dificuldade.
A multidão tinha-se enraivecido. Eu não via nenhum amigo à Minha volta; ninguém estava ali, para Me consolar.
A Minha agonia parecia aumentar e caí por terra. Receando que Eu morresse antes da Crucifixão, os soldados deram ordem a um homem, de nome Simão, para que levasse a Minha Cruz.
Minha filha, não se tratava de um gesto de bondade ou de compaixão, mas de uma simples forma de Me poupar para a Cruz.
(A Verdadeira Vida em Deus, 9.11.1986)
Ligaram-Me os pés com cordas e obrigaram-Me a caminhar até à Minha Cruz. Mas, Minha filha, Eu não podia caminhar, porque Me tinham ligado os Pés.
Lançaram-Me, então, por terra e arrastaram-Me, pegando-Me pelos cabelos até a Minha Cruz. O Meu Sofrimento era intolerável. Alguns pedaços da Minha Carne, que haviam ficado pendentes, depois da Flagelação, foram-Me arrancados. Aliviaram, então, os laços dos Meus Pés e deram-Me pontapés para obrigar-Me a levantar e a levar o Meu fardo aos Ombros.
Eu não podia ver sequer onde estava a Minha Cruz, uma vez que os Espinhos, que se Me haviam enterrado na Cabeça, Me enchiam os Olhos de Sangue, que se Me colava no Rosto. Levantaram, então, a Minha Cruz, puseram-Ma aos Ombros e empurraram-Me para a porta.
Ó Minha filha, como era pesada a Cruz que Eu tive de levar! Avancei, às apalpadelas, para a porta.
O Meu caminho era traçado apenas pelo flagelo que Me batia. Procurava ver o Meu caminho através do Sangue que Me queimava os Olhos. Senti, então alguém que Me enxugava o Rosto, inchado.
Ouvi-as chorar e lamentar-se; ouvi-as."Benditas sejais!" disse-lhes Eu. O Meu Sangue lavará todos os pecados da humanidade. Olhai, Minhas filhas, o tempo da vossa salvação chegou". Endireitei-Me com dificuldade.
A multidão tinha-se enraivecido. Eu não via nenhum amigo à Minha volta; ninguém estava ali, para Me consolar.
A Minha agonia parecia aumentar e caí por terra. Receando que Eu morresse antes da Crucifixão, os soldados deram ordem a um homem, de nome Simão, para que levasse a Minha Cruz.
Minha filha, não se tratava de um gesto de bondade ou de compaixão, mas de uma simples forma de Me poupar para a Cruz.
(A Verdadeira Vida em Deus, 9.11.1986)

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