sexta-feira, 30 de março de 2012
São João Clímaco

30/03 - São João Clímaco nasceu em
580. Clímaco foi um monge do Monte Sinai, e deve o seu cognome a um livro seu,
Escada (Klímax - Clímaco). A Escada é um resumo da vida espiritual, concebida
para os solitários e contemplativos. Para Clímaco, a oração é a mais alta
expressão da vida solitária; ela se desenvolve pela eliminação das imagens e dos
pensamentos. Daí a necessidade da 'monologia', isto é, a invocação curta, de uma
só palavra, incansavelmente repetida, que paralisa a dispersão do espírito. Essa
repetição deve assimilar-se com a respiração.
O nome de São João Clímaco é
uma alusão à palavra "klímax', que em grego significa escada. São João decidiu
adotar este nome em virtude do livro escrito por ele mesmo, intitulado Escada
para o Paraíso.
Nesta obra ele explica que
existem 30 degraus a serem galgados para que possamos atingir a perfeição moral.
Este livro foi um grande sucesso na época e chegou até mesmo a influenciar
monges e outros religiosos em sua conduta particular, tanto no Ocidente como no
Oriente. A importância desta obra literária para a época pode ser notada na
utilização do símbolo escada na arte bizantina.
São João Clímaco foi muito
famoso como homem santo em toda a Palestina e Arábia. Viveu por volta do ano 650
e morreu no Monte Sinai.
Conta-se que ele era
palestino e na adolescência ingressou em um mosteiro no Monte Sinai, onde passou
a dedicar sua vida às orações e à meditação. Até os 35 anos viveu desta forma,
mas quando seu mestre faleceu resolveu encerrar-se em uma cela e viver à moda
dos monges do deserto: jejuando, orando e estudando a Bíblia.
Durante este novo período de
sua vida São João Clímaco decidiu nunca mais comer carne, fosse ela vermelha ou
branca. Também passou a sair de sua cela apenas para participar da Eucaristia,
aos domingos.
Já com 70 anos foi eleito
bispo do Monte Sinai, muito embora preferisse continuar com sua vida isolada.
Nesta época construiu hospitais para a população mais pobre, ajudado pelo papa
Gregório Magno.
Os últimos quatro anos de
sua vida foram dedicados a viver como ermitão. Neste período de total isolamento
ele escreveu Escada para o Paraíso.
Fonte:
Revista Santo do Dia, Ed. Casa Dois, S. Paulo, 2001.
quinta-feira, 29 de março de 2012
São Segundo de Asti

29/03 - Segundo era um soldado
pagão, filho de nobres, nascido em Asti, norte da Itália, no final do século I e
profundo admirador dos mártires cristãos, que o intrigavam pelo heroísmo e pela
fé em Cristo. Chegava a visitá-los nos cárceres de Asti, conversando muito com
todos, quantos pudesse.
Consta dos registros da
Igreja, que foi assim que tomou conhecimento da Palavra de Cristo, aprendendo
especialmente com o mártir Calógero de Bréscia, com o qual se identificou,
procurando-o para conversar inúmeras vezes.
Além disso, Segundo era
muito amigo do prefeito de Asti, Saprício, e com ele viajou para Tortona, onde
corria o processo do bispo Marciano, o primeiro daquela diocese. Sem que seu
amigo político soubesse, Segundo teria estado com o mártir e este encontro foi
decisivo para a sua conversão. Entretanto, esta só aconteceu mesmo durante outra
viagem, desta vez a Milão, onde visitou no cárcere os cristãos Faustino e
Jovita.
Tudo o que se sabe dessa
conversão está envolto em muitas tradições cristãs. Os devotos dizem que Segundo
teria sido levado à prisão por um anjo, para lá receber o batismo através das
mãos daqueles mártires. A água necessária para a cerimônia teria vindo de uma
nuvem. Logo depois, uma pomba teria lhe trazido a Santa Comunhão.
Depois disso, aconteceu o
prodígio mais fascinante, narrado através dos séculos, da vida deste santo, que
conta como ele conseguiu atravessar a cavalo o Pó, sem se molhar, para levar a
Eucaristia, que lhe fora entregue por Faustino e Jovita para ser dada ao bispo
Marciano, antes do martírio.
O Pó é um rio imponente,
tanto nas cheias, quanto nas baixas, minúsculo apenas no nome formado por duas
letras, possui mil e quinhentos metros cúbicos de volume d'água por segundo, nos
seiscentos e cinqüenta e dois quilômetros de extensão, um dos mais longos da
Itália.
Passado este episódio
extraordinário, Saprício, o prefeito, soube finalmente da conversão de seu
amigo. Tentou de todas as formas fazer Segundo abandonar o cristianismo, mas,
não conseguiu, mandou então que o prendessem, julgassem e depois de torturá-lo
deixou que o decapitassem.
Era o dia 30 de março do ano
119. No local do seu martírio foi erguida uma igreja onde, num relicário de
prata, se conservam as suas relíquias mortais.
Uma vida cercada de
tradições, prodígios, graças e sofrimentos foi o legado que nos deixou São
Segundo de Asti, que é o padroeiro da cidade de Asti e de Ventimilha, cujo culto
é muito popular no norte da Itália e em todo o mundo católico que o celebra no
dia 29 de março.
quarta-feira, 28 de março de 2012
São Xisto III - Papa

28/03 - Santo Xisto chegou a adotar
uma posição neutra na controvérsia entre pelagianos e semipelagianos do sul da
Gália, especialmente contra Cassiano, sendo advertido pelo papa Zózimo.
Mas reconheceu o seu erro, com a ajuda de Agostinho, bispo de Hipona, que combatia arduamente aquela heresia, e que lhe escrevia regularmente.
Tornando-se papa em 432, Xisto III agindo com bastante austeridade e firmeza, nesta ocasião, Agostinho teve de lhe pedir moderação. Foi assim, que este papa conseguiu o fim definitivo da doutrina herege.
Esta doutrina pelagiana negava o pecado original e a corrupção da natureza humana. Também defendia a tese de que o homem, por si só, possuía a capacidade de não pecar, dispensando dessa maneira a graça de Deus.
Ele também conduziu com sabedoria uma ação mais conciliadora em relação a Nestório, acabando com a controvérsia entre João de Antioquia e Cirilo, patriarca de Constantinopla, sobre a divindade de Maria.
Em seguida, demonstrou a sua firme autoridade papal na disputa com o patriarca Proclo. Xisto III teve de escrever várias epístolas para manter o governo de Roma sobre a lliría, contra o imperador do Oriente que queria torná-la dependente de Constantinopla, com a ajuda deste patriarca.
Depois do Concílio de Éfeso em 431, em que a Mãe de Jesus foi aclamada Mãe de Deus, o papa Xisto III mandou ampliar e enriquecer a basílica dedicada à Santa Mãe das Neves, situada no monte Esquilino, mais tarde chamada Santa Maria Maior. Esta igreja é a mais antiga do Ocidente que foi dedicada a Nossa Senhora.
Desta maneira ele ofereceu aos fiéis um grande monumento ao culto da bem-aventurada Virgem Maria, à qual prestamos um culto de hiperdulia, ou seja, de veneração maior do que o prestado aos outros santos.
Xisto III, mandou vir da Palestina as tábuas de uma antiga manjedoura, que segundo a tradição havia acolhido o Menino Jesus na gruta de Belém, dando origem ao presépio. Introduziu no Ocidente a tradição da Missa do Galo celebrada na noite de Natal, que era realizada em Jerusalém desde os primeiros tempos da Igreja.
Durante o seu pontificado, Xisto III promoveu uma intensa atividade edificadora, reformando e construindo muitas igrejas, como a exuberante basílica de São Lourenço em Lucina, na Itália.
Morreu em 19 de agosto de 440, deixando a indicação do sucessor, para aquele que foi um dos maiores papas dos primeiros séculos, Leão Magno.
A Igreja indicou sua celebração para o dia 28 de março, após a última reforma oficial do calendário litúrgico.
terça-feira, 27 de março de 2012
São Ruperto

27/03 - Salzburgo é uma bela cidade
austríaca, cuja fama está ligada com a do seu filho mais ilustre, Wolfgang
Amadeus Mozart. Salzburgo significa cidade do sal. O seu primeiro bispo e
padroeiro principal é representado com uma saleira na mão. É o único santo local
festejado, nas regiões de língua alemã e na Irlanda, pois foi o modelo para os
monges irlandeses.
São Ruperto descendia dos
rupertinos, uma importante família que dominava com o título de conde a região
do médio e do alto Reno. Desta família nasceu também outro são Roberto (ou
Ruperto) de Bingen, cuja vida foi escrita por santa Hildegarda. Os rupertinos
eram parentes dos carolíngios e o centro de suas atividades era em Worms. Aí S.
Ruperto recebeu sua formação de cunho monástico irlandês. Em 700, como seus
mestres, se sentiu impulsionado à pregação e ao testemunho monástico e foi à
Baviera. Apoiado pelo conde Teodo de Baviera, fundou perto do lago Waller, a 10
km de Salzburgo, uma igreja dedicada a são Pedro. O lugar, porém, não pareceu
próprio para os fins de Ruperto que pediu ao conde outro terreno perto do rio
Salzach, próximo à antiga cidade romana de Juvavum.
O mosteiro que ali
construiu, dedicado a são Pedro, é o mais antigo da Áustria e está ligado com o
núcleo de Nova Salzburgo. Seu desenvolvimento deveu-se também à colaboração de
doze conterrâneos seus. Desses, Cunialdo e Gislero foram honrados como santos.
Perto do mosteiro de São Pedro surgiu um mosteiro feminino que foi confiado à
direção da abadessa Erentrude, sobrinha do santo.
Foi este punhado de
corajosos que fez surgir a Nova Salzburgo. São Ruperto é justamente reconhecido
como seu fundador. Ele morreu no dia da Páscoa, 27 de março de 718. Suas
relíquias são conservadas na magnífica catedral de Salzsburgo, edificada no
século XVII.
Fonte: http://www.cleofas.com.br/
segunda-feira, 26 de março de 2012
São Ludgero de Utrecht

26/03 - Nasceu em 743 em Zuilen,
Friesland (moderna Holanda).
Filho de Thiadgrim e Liafburg de família nobre. Irmão dos Santos Gerburgis e Hildegrin. Ouviu São Bonifácio pregar em 753 e decidiu entrar para a vida religiosa.Estudou sob a direção de São Gregório de Ultrecht (do qual escreveu sua biografia).Estudou na Inglaterra três anos sob a direção de Santo Alcuin, diácono.
Retornou a Holanda em 773 como missionário.Foi enviado a Deventer em 775 para restaurar uma capela destruída pelos pagãos saxões e recuperar as relíquias de São Lebwin que havia construído a capela. Destruiu ídolos pagãos e locais de cultos pagãos na área o este de Lauwers Zee e converteu vários e aquela área tornou-se cristãs após a sua estadia. Notável pregador. Ensinou na escola de Ultrecht
Ordenado em Colonha em 777. Missionário em Friesland, principalmente ao redor de Ostergau e Dokkum de 777 até 784. Retornava a cada outono para Ultrecht para ensinar na escola da Catedral. Deixou a área em 784 quando os Saxoes invadiram e expulsaram todos os padres.
Peregrino a Roma em 785.Encontrou-se com o Papa Adraino I e os dois trocaram conselhos.Viveu como monge beneditino em Monte Casino de 785 a 787 mas não tomou os votos. A pedido de Carlosmagno ele retornou a Friesland como missionário.Foi uma expedição bem sucedida e ele construiu um Monastério em Weden para servir de base as suas jornadas. Diz à tradição que curou vários cegos.Curou e converteu o cego pagão Berulef. Com isso converteu mais pagãos que todo o exército de Carlosmagno.
Recusou o bispado de Trier em 793. Missionário nos Saxões. Construiu um Monastério em Mimigernaford como centro do trabalho missionário e serviu como Abade. A palavra “monasterium” levou o nome para cidade que cresceu ao redor da casa em Munster. Construiu várias pequenas capelas em toda a região.Foi o primeiro Bispo da Munster em 804, sendo consagrado em Wesphalia. Sua saúde piorou nos últimos anos, mas ele nunca reduzia a sua carga de trabalho.
Não interessava quão perigoso ou trabalhosa a sua vida fora do Monastério, Lugero nunca deixou de ter tempo para as orações e meditações. A sua vida pode ser resumida em dois fatos: Ele recebeu uma repreensão quando Bispo porque gastava mais em caridade que na decoração das igrejas e no dia de sua morte ele celebrou a Missa duas vezes. Faleceu na tarde de 26 de março de 809 (sábado da Paixão) de causas naturais e foi enterrado em Werden.
Sua tumulo se tornou local de peregrinação e vários milagres foram creditados a sua intercessão.Assim suas relíquias foram trasladadas para a Catedral de Munster onde tem o seu santuário. Na arte litúrgica da Igreja ele e representado com o um bispo segurando uma Catedral ou como um bispo com um cisne ao seu lado ou como um bispo recitando seu breviário.
Filho de Thiadgrim e Liafburg de família nobre. Irmão dos Santos Gerburgis e Hildegrin. Ouviu São Bonifácio pregar em 753 e decidiu entrar para a vida religiosa.Estudou sob a direção de São Gregório de Ultrecht (do qual escreveu sua biografia).Estudou na Inglaterra três anos sob a direção de Santo Alcuin, diácono.
Retornou a Holanda em 773 como missionário.Foi enviado a Deventer em 775 para restaurar uma capela destruída pelos pagãos saxões e recuperar as relíquias de São Lebwin que havia construído a capela. Destruiu ídolos pagãos e locais de cultos pagãos na área o este de Lauwers Zee e converteu vários e aquela área tornou-se cristãs após a sua estadia. Notável pregador. Ensinou na escola de Ultrecht
Ordenado em Colonha em 777. Missionário em Friesland, principalmente ao redor de Ostergau e Dokkum de 777 até 784. Retornava a cada outono para Ultrecht para ensinar na escola da Catedral. Deixou a área em 784 quando os Saxoes invadiram e expulsaram todos os padres.
Peregrino a Roma em 785.Encontrou-se com o Papa Adraino I e os dois trocaram conselhos.Viveu como monge beneditino em Monte Casino de 785 a 787 mas não tomou os votos. A pedido de Carlosmagno ele retornou a Friesland como missionário.Foi uma expedição bem sucedida e ele construiu um Monastério em Weden para servir de base as suas jornadas. Diz à tradição que curou vários cegos.Curou e converteu o cego pagão Berulef. Com isso converteu mais pagãos que todo o exército de Carlosmagno.
Recusou o bispado de Trier em 793. Missionário nos Saxões. Construiu um Monastério em Mimigernaford como centro do trabalho missionário e serviu como Abade. A palavra “monasterium” levou o nome para cidade que cresceu ao redor da casa em Munster. Construiu várias pequenas capelas em toda a região.Foi o primeiro Bispo da Munster em 804, sendo consagrado em Wesphalia. Sua saúde piorou nos últimos anos, mas ele nunca reduzia a sua carga de trabalho.
Não interessava quão perigoso ou trabalhosa a sua vida fora do Monastério, Lugero nunca deixou de ter tempo para as orações e meditações. A sua vida pode ser resumida em dois fatos: Ele recebeu uma repreensão quando Bispo porque gastava mais em caridade que na decoração das igrejas e no dia de sua morte ele celebrou a Missa duas vezes. Faleceu na tarde de 26 de março de 809 (sábado da Paixão) de causas naturais e foi enterrado em Werden.
Sua tumulo se tornou local de peregrinação e vários milagres foram creditados a sua intercessão.Assim suas relíquias foram trasladadas para a Catedral de Munster onde tem o seu santuário. Na arte litúrgica da Igreja ele e representado com o um bispo segurando uma Catedral ou como um bispo com um cisne ao seu lado ou como um bispo recitando seu breviário.
Fonte: www.catolicosdobrasil.com.br
domingo, 25 de março de 2012
Anunciação do Anjo à Maria

25/03 - A visita do Arcanjo Gabriel
à Virgem Maria, quando esta se encontrava em Nazaré, cidade da Galiléia, marca o
início de toda uma trajetória que cumpriria as profecias do Velho Testamento e
daria ao mundo um novo caminho, trazendo à luz a Boa Nova. Ali nasceu também a
oração que a partir daquele instante estaria para sempre na boca e no coração de
todos os católicos: a Ave Maria.
Maria era uma jovem simples,
noiva de José, um carpinteiro descendente direto da linhagem da casa de Davi. A
cerimônia do matrimônio daquele tempo, entretanto, estabelecia que os noivos só
teriam o contato carnal da consumação depois de um ano das núpcias. Maria,
portanto, era virgem.
Maria perturbou-se ao
receber do anjo o aviso que fora escolhida para dar a luz ao Filho de Deus, a
quem deveria dar o nome de Jesus, e que Ele era enviado para salvar a Humanidade
e cujo Reino seria eterno. Sim porque Deus, que na origem do Mundo Criou todas
as coisas com sua Palavra, desta vez escolheu depender da palavra de um frágil
ser humano, a Virgem Maria, para poder realizar a Encarnação do Redentor da
Humanidade.
Ela aceitou sua parte na
missão que lhe fora solicitada, demonstrando toda confiança em Deus e em Seus
desígnios, para o cumprimento dessa profecia e mostrou porque foi ela a
escolhida para ser Instrumento Divino nos acontecimentos que iriam mudar o
destino da Humanidade.
Ao perguntar como poderia
ficar grávida, se não conhecia homem algum e receber de Gabriel a explicação de
que seria fecundada pelo Espírito Santo, por graças do Criador, sua resposta foi
tão simples como sua vida e sua fé: "Sou a serva do Senhor. Faça-se segundo a
Sua vontade".
Com esta resposta, pelo seu
consentimento, Maria aceitou a dignidade e a honra da maternidade divina, mas ao
mesmo tempo também os sofrimentos, os sacrifícios que a ela estavam ligados.
Declarou-se pronta a cumprir a vontade de Deus em tudo como sua serva. Era como
um voto de vítima e de abandono. Esta disposição é a mais perfeita, é a fonte
dos maiores méritos e das melhores graças. O momento da Anunciação, onde se dá a
criação, na pessoa de Maria como a Mãe de Deus, que acolhe a divindade em si
mesma, contém em si toda a eternidade e, nesta, toda a plenitude dos
tempos.
Por isso a data de hoje
marca e festeja este evento que se trata de um dos mistérios mais sublimes e
importantes da História do homem na Terra: a chegada do Messias, profetizada
séculos antes no Antigo Testamento. Episódio que está narrado em várias
passagens importantes do Novo Testamento.
A festa da Anunciação do
Anjo à Virgem Maria, Lc 1,26-38, é comemorada desde o Século V, no Oriente e a
partir do Século VI, no Ocidente, nove meses antes do Natal, só é transferida
quando coincide com a Semana Santa.
sábado, 24 de março de 2012
Santa Catarina da Suécia

24/03 - Catarina era a segunda
filha de santa Brígida, a grande mística sueca que teve grande influência na
vida, na história e na literatura do seu país.
Catarina nasceu em 1331.
Ainda muito jovem casou-se com Edgar von Kyren, de nobre descendência e de mais
nobres sentimentos pois consentiu que a esposa observasse o voto de castidade
que ele mesmo acabou fazendo e observando. Catarina acompanhou sua mãe a Roma
por ocasião do ano santo. Lá recebeu a notícia da morte do
marido.
Desde então as vidas das
duas santas correm sobre os mesmos trilhos. A filha participa com total
dedicação na intensa atividade de santa Brígida. Esta havia criado na Suécia uma
comunidade de tipo cenobítico na cidade de Vadstena, para acolher em separado
homens e mulheres em conventos de clausura, cujas regras eram inspiradas no
modelo do místico são Bernardo de Claraval. Durante o período romano que durou
até a morte, nas longas perseguições, às vezes entre perigos de que só mesmo
Deus as poderia livrar.
Santa Catarina vem
representada junta com um cervo que, segundo a lenda, muitas vezes apareceu para
salvá-la. Depois que trouxeram o corpo da mãe de volta à pátria, Catarina entrou
no mosteiro de Wadstena, do qual foi eleita abadessa em 1380. Havia chegado de
Roma, após uma estadia de cinco anos. Em Roma conta-se que Catarina salvou a
cidade de uma cheia do Tibre. O episódio é representado numa pintura da igreja a
ela consagrada na praça Farnese. O papa Inocêncio VIII permitiu a trasladação
das relíquias. Uma multidão imensa a proclamou santa antes mesmo das autoridades
eclesiásticas fixando sua festa no dia da morte, 24 de março de
1381.
Fonte: http://www.cleofas.com.br/
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