
segunda-feira, 1 de abril de 2013

Nos Passos de Maria:emanuel araujo cristao garanhuns
Oração para uma Boa Semana
Vem Jesus! Vem meu forte Protetor! Dá a este Teu humilde servo paz na semana que se inicia. Inunda meu cérebro de bons pensamentos e concede a meu corpo saúde e vigor. Transmite-me Tua força e coragem e faze-me sentir que estás sempre comigo, para enfrentarmos juntos, vitoriosos, os fardos de cada dia. Abranda minhas agitações e atropelos e dá-me discernimento para escolher os caminhos melhores e mais santos, na vontade do Pai. Vem filho de Deus! Faze desta semana a Tua semana, para que eu possa repartir o amor que me dás. E todo o bem que eu fizer, prometo, será sempre por Ti. Amém!
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Mundo »Arcebispo de Nova York diz que a Igreja deve se aproximar dos gays:EMANUEL ARAUJO CRISTAO GARANHUNS
Publicação: 31/03/2013 19:10 Atualização:
Em uma semana importante para o reconhecimento dos direitos dos homossexuais no país, o presidente da Conferência dos Bispos dos Estados Unidos e arcebispo de Nova York, Timothy Dolan, reconheceu neste domingo que a Igreja Católica ainda tem um longo caminho a percorrer para se aproximar da comunidade gay. Durante uma entrevista para um canal americano, Dolan falou sobre a aparente distância entre os interesses da Igreja e de seus fiéis, e insistiu que a instituição religiosa deveria ter mais cuidado ao transmitir sua mensagem. A Suprema Corte americana discutiu esta semana a constitucionalidade das uniões entre pessoas do mesmo sexo.
Apesar da mensagem, Dolan insistiu que, para a Igreja Católica, o casamento só é válido entre um homem e uma mulher.
- Deus nos ensinou que o caminho para a felicidade, especialmente no que diz respeito ao amor sexual, se limita apenas à união entre homem e mulher. Mas devemos tentar melhorar a nossa maneira de defender o casamento, para que não pareça que se reduz a um ataque a homossexuais - disse.
Dolan, que participou do conclave que elegeu o novo Papa, disse na entrevista que a Igreja está tentando se aproximar da comunidade homossexual, mas está ciente de que ainda é muito cedo para acolher católicos gays.
- A natureza da Igreja faz com que, algumas vezes estejamos longe das questões que realmente preocupam os fiéis. Queremos que a felicidade dos homossexuais. Eu os amo, assim como Deus os ama, mas às vezes não somos suficientemente eficazes para mostrar para a sociedade como Ele nos ensinou como viver.
Uma pesquisa divulgada pelo Centro Pew, dias antes da eleição do novo Pontífice, mostra que a maioria dos católicos americanos pedia um Pontífice que modernizasse a Igreja, tornando-a mais aberta às novas realidades da sociedade. Outra sondagem, realizada pela cadeia ABC na mesma época, dizia que os católicos americanos - cerca de 80 milhões - sentiam que a hierarquia da Igreja havia se desconectado com as preocupações reais dos seus paroquianos. Nas últimas décadas, a Igreja Católica nos EUA viveu cercado por escândalos de pedofilia. A atitude dos altos clérigos, de proteger os padres envolvidos, em vez de apoiar a transparência das investigações, tem minado a credibilidade da instituição.
O próprio Dolan foi interrogado por casos de abuso sexual quando era líder da Arquidiocese de Milwaukee, em Wisconsin, entre 2002 e 2009. Durante três horas, o arcebispo de Nova York falou a advogados de 500 supostas vítimas de padres de Milwaukee - a oitava diocese que recorre ao procedimento nos Estados Unidos desde 2002, quando veio à tona um escândalo por abusos sexuais em Boston.
Apesar da mensagem, Dolan insistiu que, para a Igreja Católica, o casamento só é válido entre um homem e uma mulher.
- Deus nos ensinou que o caminho para a felicidade, especialmente no que diz respeito ao amor sexual, se limita apenas à união entre homem e mulher. Mas devemos tentar melhorar a nossa maneira de defender o casamento, para que não pareça que se reduz a um ataque a homossexuais - disse.
Dolan, que participou do conclave que elegeu o novo Papa, disse na entrevista que a Igreja está tentando se aproximar da comunidade homossexual, mas está ciente de que ainda é muito cedo para acolher católicos gays.
- A natureza da Igreja faz com que, algumas vezes estejamos longe das questões que realmente preocupam os fiéis. Queremos que a felicidade dos homossexuais. Eu os amo, assim como Deus os ama, mas às vezes não somos suficientemente eficazes para mostrar para a sociedade como Ele nos ensinou como viver.
Uma pesquisa divulgada pelo Centro Pew, dias antes da eleição do novo Pontífice, mostra que a maioria dos católicos americanos pedia um Pontífice que modernizasse a Igreja, tornando-a mais aberta às novas realidades da sociedade. Outra sondagem, realizada pela cadeia ABC na mesma época, dizia que os católicos americanos - cerca de 80 milhões - sentiam que a hierarquia da Igreja havia se desconectado com as preocupações reais dos seus paroquianos. Nas últimas décadas, a Igreja Católica nos EUA viveu cercado por escândalos de pedofilia. A atitude dos altos clérigos, de proteger os padres envolvidos, em vez de apoiar a transparência das investigações, tem minado a credibilidade da instituição.
O próprio Dolan foi interrogado por casos de abuso sexual quando era líder da Arquidiocese de Milwaukee, em Wisconsin, entre 2002 e 2009. Durante três horas, o arcebispo de Nova York falou a advogados de 500 supostas vítimas de padres de Milwaukee - a oitava diocese que recorre ao procedimento nos Estados Unidos desde 2002, quando veio à tona um escândalo por abusos sexuais em Boston.
Missa de Páscoa »Francisco pede paz na Síria e entre as duas Coreias em mensagem de PáscoaIsrael, Palestina, Iraque, Síria, Mali, Nigéria, República Democrática do Congo, República Centro-Africana e Coreias foram os países citados pelo cardeal, que ainda citou o tráfico de pessoas:EMANUEL ARAUJO CRISTAO GARANHUNS
AFP - Agence France-Presse
Publicação: 31/03/2013 10:35 Atualização: 31/03/2013 10:41
| Papa Francisco, neste domingo, durante Missa de Páscoa, na Praça de São Pedro. Foto: Vincenzo Pinto/AFP. |
O papa Francisco pediu neste domingo uma solução política para a Síria, onde os "refugiados estão esperando ajuda e consolo", e também apelou para que as duas Coreias superem as divergências, em sua primeira mensagem de Páscoa a partir do balcão da Basílica de São Pedro diante de dezenas de milhares de pessoas.
Em sua segunda mensagem "urbi et orbi", após a realizada no dia de sua eleição, em 13 de março, o primeiro pontífice latino-americano se pronunciou pela primeira vez contra os conflitos sangrentos que assolam o planeta.
"Vamos pedir a Jesus ressuscitado que transforme a morte em vida, o ódio em amor, a vingança em perdão, a guerra em paz", resumiu Francisco do balcão da Basílica de São Pedro diante de cerca de 250 mil pessoas.
Cumprindo com a tradição do domingo de Páscoa, Francisco condenou os conflitos no Oriente Médio, África e Ásia.
O apelo mais significativo foi feito às duas Coreias, depois que no sábado a Coreia do Norte declarou estado de guerra contra a Coreia do Sul, em uma nova ameaça que gera uma onda de reações e chamados à moderação para evitar uma catástrofe nuclear na região.
| Multidão acompanha celebração da ressurreição de Cristo. Foto: Vincenzo Pinto/AFP. |
"Paz na Ásia, sobretudo na península coreana, para que sejam superadas as divergências e amadureça um renovado espírito de reconciliação", disse.
O Papa evitou mencionar especificamente os problemas da América Latina, sua região, mas condenou muitos dos males que a assolam, entre eles o tráfico de drogas e de pessoas e a cobiça, com suas consequências sociais.
"Paz a todo o mundo, ainda tão dividido pela cobiça", clamou o Papa após denunciar "a violência ligada ao tráfico de drogas e à exploração injusta dos recursos naturais", assim como o "tráfico de pessoas, a maior escravidão do século XXI", disse.
O pontífice, que respeitou o texto preparado e falou apenas em italiano, condenou os "que buscam lucros fáceis" e o "egoísmo que ameaça a vida humana e a família".
O Papa repassou as situações mais sangrentas, especialmente a da Síria, para a qual pediu uma solução política diante dos muitos "refugiados que estão esperando ajuda e consolo".
"Quando sangue derramado! E quanta dor ainda será causada, antes que se consiga encontrar uma solução política para a crise?", lamentou.
Francisco também pediu a paz entre israelenses e palestinos, e sugeriu "que retomem as negociações com determinação e disponibilidade, com o objetivo de colocar fim a um conflito que já dura muito tempo".
Também apelou para um fim definitivo da violência no Iraque e condenou os conflitos no Mali e na Nigéria, "onde muitas pessoas, incluindo crianças, estão sendo reféns de grupos terroristas", ao mencionar quatro menores franceses sequestrados.
Pediu paz para a República Democrática do Congo e para a República Centro-Africana, "onde muitos se veem obrigados a abandonar seus lares e ainda vivem com medo", disse.
O Papa começou sua mensagem "urbi et orbi" anunciando a ressurreição de Cristo e esperando que a mensagem de esperança chegue, sobretudo, "onde há mais sofrimento, nos hospitais, nas prisões...".
O ex-arcebispo de Buenos Aires, de 76 anos, cumpriu uma pesada agenda na primeira Semana Santa que preside desde que assumiu o trono de Pedro, durante a qual ilustrou com simplicidade os pontos-chave da mensagem de Cristo, sua opção pelos pobres e a necessidade de uma Igreja mais humilde.
Francisco, que neste domingo voltou a atrair uma multidão, saudou cada um dos cardeais presentes na missa de Ressurreição e percorreu o local em um jipe branco para abraçar fiéis e acariciar doentes reunidos na Praça, que estava decorada com 40.000 flores doadas pela Holanda.
Após a Semana Santa, o novo Papa deverá começar a trabalhar na reforma interna da Cúria Romana, o que pode significar um tipo de revolução pacífica depois das críticas e polêmicas que desacreditaram nos últimos anos a milenar instituição.
Com pequenos gestos e grandes palavras, o Papa iniciou uma série de mudanças, entre elas a surpresa neste domingo de não desejar "Boa Páscoa" em 65 idiomas, como faziam seus antecessores e como estava previsto.
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